Prostitutas Moçambicanas e Zimbabwenas dispustam mercado de sexo. O autor deste texto fez-se passar por cliente tendo sido cobrado 50 meticais por uma Zimbabweana e 150 por uma nacional “Estamos a perder terreno e ja não aguentamos sustentar as nossas familias” dizem prostitutas nacionais que acusam as Zimbabweanas de cobrarem valores muito baixos e consequetemente lhes tiram o pão da boca. O mais agravante está no facto de muitas destas Zimbabweanas se fazerem ao local do negócio empreangadas, sujas e em algumas vezes drogadas. Alias, na cidade da Beira já existe uma avenida apelidada pelo nome de Roberto Mugabe que a partir das 18 horas é frequentada por prostitutas na sua maioria Zimbabweanas, uma situação que deixa os moradores bastante preocupados porque a actividade sexual dessas vendedoras de sexo é feita nas escadas dos prédios e ou mesmo nas ruas e, até num olhar inpávido de várias pessoas incluindo crianças. Perante esta situação, as Zimbabweanas dizem estarem a organizarem se para tomar de assalto todo o mercado de sexo das duas províncias principalmente nas cidades da Beira e Chimoio e na localidade de Inchope que faz fronteira com as duas províncias. Algumas Zimbabweanas, por exemplo, da cidade de Chimoio e da localidade de Inchope disseram que já ensaiam fazer o seu negócio para a Província de Tete, outro local ideal para este tipo de negócio porque Sofala e Manica já estão esgotadas, havendo dias que não conseguem um cliente se quer. As nacionais que aceitaram falar para o nosso jornal disseram que nos últimos meses estão mesmo a perder o pão porque as Zimbabweanas assaltaram o mercado Moçambicano e os locais preferidos são bares e nas terminais de autocarros, locais onde se fomenta o sexo mesmo a luz do dia até um olhar de pessoas que por ali circulam. “ Estamos a perder negócio por causa das Zimbabweanas pois elas aceitam fazer sexo a troco de apenas 20,00Mt (vinte meticais) quando na verdade nós (as Moçambicanas) de quase todos os sitios onde se pratica este negócio conbinamos cobrar a partir de 150,00Mt (Cento e Cinquenta meticais), mas em caso de o cliente reclamar baixamos para 100,00Mt”, disse I. Maria que foi secundada por outras colegas de profissão. Alias, a diferença entre as praticantes de sexo das duas provincias é que as de Chimoio (as nacionais) são mais caras, pois os preços variam entre 300 a 500 meticais para aquilo que chamaram de rapidinha enquanto que para uma noite enteira os homens chegam a pagar 700 a 1000,00Mt, enquanto que na Beira as Moçambicanas não aceitam ficar uma noite pois estão prontas para aquilo que chamaram sexo rápido (Rapidinha). Muitas destas mulheres quer as nacionais, quer estrangeiras, dizem dedicarem-se a prática de venda de sexo para sustentar suas familias principalmente crianças e um dos exemplos encontramos com Z. Macamo que chegou a dizer que pratica aquele nogocio apenas para sustentar seus dois filhos menores, uma vez que o Pai dos
miudos desapareceu sem deixar rastos há 5 anos.
( A. Mavila) - SUGESTÃO - 13.03.2009





