RECONHECEM AUTORIDADES ELEITORAIS
O Secretariado Técnico de Administração Eleitoral (STAE) de Moçambique reconheceu que o número de eleitores já inscritos na actualização do recenseamento para as eleições gerais de 28 de Outubro “está abaixo das expectativas”.
Desde o arranque do processo de actualização do recenseamento eleitoral a 15 de Junho último e dos 438 150 eleitores previstos apenas 140 mil pessoas se inscreveram, afirmou, esta quinta-feira, o director da Organização de Operações Eleitorais do STAE, Mário Augusto.
A operação, que abrange pessoas que vão completar 18 anos até ao dia das eleições, eleitores que mudaram de residência, ou que tenham perdido ou danificado o cartão eleitoral, termina no próximo dia 29.
“O número de eleitores até agora inscritos corresponde a 30 % do universo a recensear e já devíamos estar mais ou menos na metade”, acrescentou Mário Augusto, frisando em seguida que “estamos abaixo, em relação às metas previstas”.
O actual processo de recenseamento é alargado a moçambicanos residentes em alguns países africanos e europeus.
CORREIO DA MANHÃ – 10.07.2009




A RESPEITO DE ROUBALHEIRAS DOS POLÍTICOS...Daqui e daí!!!
Revista britânica chama Senado de 'casa de horrores'
09/07 - 19:24 - Agência Estado
A longa lista de escândalos do Senado brasileiro chegou às páginas da revista britânica "TheEconomist", uma das mais conceituadas do mundo. Com o sugestivo título de "Casa de Horrores", a publicação relembra o escândalo dos atos secretos, a residência de R$ 4 milhões omitida pelo presidente da Casa, José Sarney (PMDB-AP), da Justiça Eleitoral, os negócios de crédito consignado de seu neto José Adriano Sarney, dentro do Senado, - todos revelados pelo jornal O Estado de S. Paulo -, além da farra das passagens aéreas e o castelo de R$ 5 milhões não declarado à Receita Federal pelo ex-diretor Agaciel Maia.
Com o irônico subtítulo "O que os parlamentares britânicos podem aprender com os senadores brasileiros" - por conta de recentes escândalos na Inglaterra em que deputados foram pegos usando dinheiro público para pagar contas particulares - a reportagem começa lembrando outros detalhes da vida no Senado com que os brasileiros já estão acostumados: 10 mil servidores para tomar conta de apenas 81 senadores, plano de saúde gratuito e vitalício para os parlamentares, auxílios-moradia generosos. "Um ex-servidor conta que seus colegas costumam dizer que o Senado era como uma mãe para eles. Outros o comparam a um clube", diz a revista.
A "The Economist" conta, ainda, que senadores de todos os espectros políticos estão envolvidos, citando o caso de Arthur Virgílio (PSDB-AM), que teve uma conta de seu hotel em Paris paga por Agaciel Maia. Sarney, na reportagem, é apontado como um "sobrevivente" e o prognóstico da revista é de que ele deverá manter a cadeira de presidente do Senado, lembrando a defesa do senador feita pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e seu interesse em manter o PMDB como aliado.
"Em um período em que a economia apenas começa a ressurgir de uma recessão, a saga dos atos secretos lembra aos brasileiros que seus políticos nunca impõem austeridade a eles mesmos. Também por relembrar os defeitos de alguns aliados de Lula e sua disposição para fechar os olhos a escândalos quando isso lhe serve", finaliza a "The Economist".
Não existe região geográfica que os diferencie: Políticos são iguais em quaisquer partes do mundo, de Londres a Moscou, de Pequim a Brasília, de Portugal a Roma, de Moçambique ao Egito.
Posted by: JJLABORET | 12/07/2009 at 17:51
Por aqui o alistamento eleitoral é obrigatório para o ercício da cidadania (?). Sem o título (cartão singular numerado) eleitoral, por lei ninguém obtém emprego, e se deixar de comparecer para votar paga multa para ter o mesmo regularizado. Comparecendo para votar, alí na seção eleitoral tem o número do título eleitoral anotado em livro próprio da Justiça Eleitoral, e recebe um comprovante de comparecimento. Na cabine secreta de voto, EM URNA ELETRÔNICA À PROVA DE FRAUDE, o eleitor vota de acordo com sua consciência ou seja: 1 - vota nesse ou naquele candidato, 2 - anula o voto ou 3 - vota em branco.
Os resultados dos votos de 145 milhões de inscritos, apurados eletrônicamente, saem algumas horas depois, no mesmo dia.
O voto só é facultativo a menores de 16 a 18 anos e aos acima dos 70.
Ninguém pode ser preso (salvo em flagrante delito) 72 horas antes e 72 horas depois de ter votado.
É proibido fazer qualquer tipo de propaganda que se configure eleitoral no dia da votação. Fazer "boca de urna" com distribuição de "santinhos" (panfletinho com nome, número e foto do candidato) é proibido e pode dar cadeia.
As salas de votações onde ficam as cabines com as urnas eletrônicas têm acompanhamento de um fiscal de cada partido, e esses não podem se dirigir ao eleitor a menos que lhes sejam solicitadas algumas informações sobre o local onde votam.
Aliciar eleitor, oferecer brindes, camisas, oferecer condução (o transporte público já fica gratuito no dia), alimentação, no dia da votação DÁ CADEIA ao candidato, ao militante ou cabo eleitoral, e o candidato poderá perder o mandato se for eleito.
Apesar de todo um sistema avançado de voto e apuração, uma Justiça Eleitoral eficiente e rígida...
SE O COMPARECIMENTO À URNA NÃO FOSSE OBRIGATÓRIO E O VOTO FOSSE FACULTATIVO, TAMBÉM POR AQUI O DESINTERESSE SERIA ENORME!
O CONGRESSO (CÂMARA E SENADO) ESTÁ ENVOLTO EM CASOS INFINDÁVEIS DE ESCÂNDALOS, ROUBALHEIRA E MAU USO DAS VERBAS PARLAMENTARES.
Vejam por exemplo: o custo pessoal de um deputado ou de um senador, por mês, equivale a mais de US$69.350 dólares (R$ 138,7 mil reais)ou seja, mais de um milhão e duzentos mil Reais por ano, sem computar passagens, divulgação e outras regalias.
MESMO ASSIM AINDA ROUBAM E DESVIAM VERBAS DO ERÁRIO PÚBLICO E SÃO CORROMPIDOS POR DINHEIRO DE FORA!!!
Agora mesmo estourou o caso do ex-presidente da República e atual presidente do Congresso, JOSÉ SARNEY. Corrupção braba! Apropriação indebita, desvio de verbas, falcatruas. Um sem número de safadezas!
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Quanto ao sistema de Moçambique, por ser primário e não contar com tecnologia avançada, dá margem a falcatruas tanto na votação como na contagem (apuração), com sumiço de urnas, mais votos que eleitores inscritos por distrito, etc.
E em relação ao desinteresse dos potenciais eleitores moçambicanos em se inscreverem, existem razões que justificam o fenômeno:
a) O comparecimento à urna e o voto é facultativo;
b) O povo está desiludido com os rumos do país;
c) O povo não mais acredita em promessas dos políticos;
d) O povo descrê e se desinteressa das instituições do Estado
e) O povo vê a política como uma farsa e não crê em mudanças pelo voto.
Tanto lá, como cá...o povo vê os políticos como uns ladrões, cafagestes, safados, e...
E NÃO SÃO????????
Posted by: JJLABORET | 11/07/2009 at 16:12