Dezassete anos depois dos acordos Gerais de Paz (AGP), que puseram fim à guerra civil em Moçambique, o governo continua sem solução à vista para as forças armadas paralelas, na sua maioria estacionadas no distrito de Maríngue, província de Sofala, no centro do país.
A permanência daqueles homens é apontada pelo governo provincial de Sofala, como factor de instabilidade e pânico para as populações locais, sendo por isso, vital a sua retirada.
Questionado sobre a matéria, o presidente da República, Armando Guebuza, que semana finda efectuou uma visita àquela província, no âmbito da sua presidência aberta, salientou que o “assunto ainda continua a ser bagagem sem data para solução definitiva”.
Segundo Guebuza o assunto ainda está em análise, mas “qualquer dia terá solução”.(Eurico Dança)
MEDIAFAX – 05.08.2009
NOTA:
Custa a acreditar que a RENAMO ainda tenha homens armados se isso não tivesse sido acordado, sem estar escrito, em Roma. Assim, este problema só estará resolvido quando esta geração acabar.
Fernando Gil
MACUA DE MOÇAMBIQUE





