Moçambique impõe-se e discute agenda de financiamento com China
-Quem o diz é Luísa Diogo, Primeira-Ministra, em Lisboa
A Primeira-Ministra, Luísa Diogo, sublinhou, ontem, na capital portuguesa que a China “nunca traz uma agenda pré-concebida” nas relações com os países de língua portuguesa, em particular, desdramatizando a ideia de que este gigante asiático está em África para “pilhar”os seus recursos.
Luísa Diogo falava na sessão sobre as relações da China com os países lusófonos, integrada no Fórum Global China Business Meeting, que decorre em Lisboa.
“Somos nós sempre que começamos por apresentar quais são as nossas prioridades e necessidades”, disse a governante.
Falando no caso específico de Moçambique, Luísa Diogo acrescentou que as prioridades que o país apresenta - infra-estruturas, agricultura, saúde - “são as mesmas que os outros países que pretendem investir apresentam, a diferença é que a China não tem dogmas sobre se esta infra-estrutura que vai financiar é, por exemplo, um edifício para a Procuradoria-Geral da República”.
O evento conta, igualmente, com a presença do economista e académico, Firmino Mucavele, integrado num outro painel sobre o incremento do comércio entre África e China nos últimos anos.
O Fórum de Lisboa é promovido pela empresa suíça Horasis e co-organizado
pelo Governo português, através da AICEP (Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal) e do Turismo de Portugal, contando ainda com a consultora Edeluc, assim como várias organizações chinesas, entre as quais o China Entrepreneurs Club e a China Federation for Industrial Economics.
O encontro termina hoje com um passeio pela capital portuguesa.
Na sua deslocação a Portugal, a Primeira-Ministra faz-se acompanhar do vice-Ministro da Planificação e Desenvolvimento, Victor Bernardo, e o director do Centro de Promoção de Investimentos, Mahomed Rafique, entre outros quadros.
DIÁRIO DE NOTÍCIAS – 11.11.2009




Prioridade nº1- Cash para o salário do pessoal do Estado-cerca de 53.5% OGE-CASH PROVÉM DE -19+1.
Necessidade nº2-Víveres, medicamentos , e produtos alimentares para o combate à fome e desnutrição+VH1/SIDA - cerca de 84%- PROVÉM do G-19+1.
Outros, outrossim....
Prioridade para indústria mineira-média escala-empresas asiáticas, estando na poule a China.
Quem vende mais barato?
Commodities and miscellaneous- China, custa cerca de 20% do mercado.
Durabilidade-ex.CALÇÃO = 1 viagem no chapa.Fica roto no fim do percurso.
Mão de obra para estradas e pontes-usando prisioneiros a USD 25/mês.
Chama-se isso COOPERAÇÃO DESAJUSTADA CUJA FINALIDADE É CRIAR MAIS DESEMPREGO LOCAL.
Não se pode fazer grande cooperação com um vendedor, concorrente em qualquer negócio.Cada País, o governo , principalmente em África, o governo é a maior empresa.
Não cria mais-valia ao País, NÃO TEM FUTURO!
EM QUALQUER PAÍS DO MUNDO!É uma cooperação benéfica só num sentido!
Barato sai CARO!
Estou chateado!!!
Posted by: Mussandipata | 11/11/2009 at 15:18
A Sra. PM de Moçambique, Dra. Luísa Diogo, fez bem clarificar as coisas.
“Somos nós sempre que começamos por apresentar quais são as nossas prioridades e necessidades”, disse a governante.
A sinofobia é uma constante nos media de Moçambique, que depois faz eco na imprensa mundial.
Agora o mundo, mormente os Europeus, já ficaram a saber, de fonte legítima, que a China está ilibada dessas práticas.
“Somos nós sempre que começamos por apresentar quais são as nossas prioridades e necessidades”, disse a governante.
Posted by: umBhalane | 11/11/2009 at 14:26