Famílias por nós abordadas contaram que nos anos atrás a postura da guarda sul-africana cingia-se em abordar e depois prender qualquer caçador furtivo, sem nunca disparar contra ele. Nos últimos meses, sobretudo este ano, isto não está a acontecer porque não tem havido uma primeira abordagem ou utilização de outras formas de intimidar e parar os furtivos. Os guardas atiram para matar.
Confrontada com esta situação, a Ministra dos Recursos Hídricos e Meio Ambiente da África do Sul, Edna Molewa, que superintende a área de conservação, negou que tal acto esteja a acontecer de forma deliberada, mas sim como corolário do combate que vem sendo travado contra todos aqueles que se mostram relutantes em escalar a zona de conservação, de onde dizimam os rinocerontes.






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