Tudo sobre o fado e a guitarra portuguesa.
O FADO E PORTUGAL é um blog onde colocarei notícias relativas ao fado, fadistas, concertos, etc. Não quer dizer que não sejam referidos outros géneros. Aqui poderá facilmente colocar os seus comentários. Não deixe de o fazer.
RADIO FADO DE PORTUGAL que esteve no ar quase 10 anos deixou de emitir. Voltará em 2010 com nova roupagem e melhor qualidade de som. Aos mais de 4 000 amigos que a sintonizavam o meu agradecimento.
Fernando Gil
Poderão, provisoriamente, ter aqui algumas centenas de fados:
Sou o produtor do filme "Heaven's Mirror: A Portuguese Voyage," um documentário que celebra a musica do fado e os sentimentos duma nova geração de fadistas (Ana Moura, Hélder Moutinho, Teresa Tarouca, Camané, Joana Amendoeira, etc.). Fadistas por todo o mundo foram filmados a cantar em muitos sitios entre Califórnia e Goa. O filme (em inglês) vai lançar num festival de filme em Califórnia agora no mês de Setembro, junto com uma festa de musica de fado. O Sr. Mellars vive em São Francisco, Califórnia, e é um realizador premiado nos EUA. Em baixo e junto podem consultar muitas mais informações sobre o filme e até seguir os links para ver alguns clips. Queremos com certeza que os apreciadores de fado em Portugal também podem ver o filme! Pensamos em estriar o documentário em Lisboa antes do fim do ano. Com os meus melhores cumprimentos, Alexandre Freemon
Katia Guerreiro dá o arranque a 18 de junho a uma edição mais reduzida dos Concertos de Verão do Teatro de Vila Real, com dez espetáculos e destaque para o fado. O diretor do teatro de Vila Real, Vítor Nogueira, revelou hoje em conferência de imprensa a programação da edição 2011 dos "Concertos de Verão -- 8.º Festival de Músicas do Mundo", com espetáculos gratuitos todos os sábados, até 20 de agosto. A organização reduziu dois concertos à programação do evento, reduzindo também o orçamento de 70 para os 60 mil euros. É uma consequência da "crise" e da necessidade de reduzir custos", apesar de, segundo o responsável, o festival ter financiamento comunitário assegurado, através do Programa Operacional do Norte (O Novo Norte -- ON.2), até à edição de 2012. "Procuramos a consolidação dos públicos e ao mesmo tempo poupar sem beliscar a qualidade da programação", afirmou Vítor Nogueira.
Jorge Fontes, um dos mais prestigiados guitarristas, tem o seu nome ligado à história do fado.
O guitarrista português Jorge Fontes, de 75 anos, morreu esta terça-feira (26) na Damaia, região metropolitana de Lisboa, onde residia, aparentemente vítima de doença súbita, noticiou a rádio TSF. Jorge Fontes, um dos mais prestigiados guitarristas do país, acompanhou vários fadistas, como Amália Rodrigues e Fernando Farinha, colaborou com José Afonso, no EP "Cantares" (1964), Quim Barreiros, no seu primeiro disco, em 1971, e António Variações, no álbum "Dar e receber" , e editou ainda vários discos com o seu conjunto de guitarras. O seu último álbum foi editado em 2007, pela Metro-Som, e inclui, entre outras temas, "As minha variações em Lá" e "o que me disse a guitarra", ambos da sua autoria, e "Picadinho do Minho" e "Ó Malhão", para o quais fez os arranjos. Tristão da Silva, Ada de Castro, Maria da Fé, Fernanda Maria, Fernanda Pinto, Frederico Vinagre e Lenita Gentil foram outros dos nomes que acompanhou. Como músico integrou o elenco de várias casas de fado de Lisboa, designadamente Arcadas do Faia e Restaurante Típico O Forcado, onde actuou durante 29 anos, no Bairro Alto. Actuou por diversas vezes em programas recreativos da RTP e no estrangeiro, designadamente em Espanha, França, Bélgica, Itália, Holanda e Suécia. O funeral do músico realiza-se esta quarta-feira, no cemitério de Carvalhos, em Vila Nova de Gaia, cidade da região norte de Portugal.
6 Fev - Centro Cultural António Aleixo - Vila Real de Santo António
Depois do Brasil e da Galiza, onde Raquel Tavares representou Portugal naquele que é dos mais importantes festivais da Lusofonia "Cantos na Maré, a Artista que já deixou de ser uma promessa no fado, para ser uma certeza, começa o ano de 2010 com uma tour na Bélgica, com 10 concertos, a Fadista leva cada vez mais além fronteiras o seu "Bairro", a sua "Casa de fados".
A Severa do Séc.XXI, como foi apelidada pela imprensa, leva com ela os seus músicos, Eurico Machado na Guitarra Portuguesa, Marco Oliveira na Viola e Nando Araújo no Baixo.
Após esta tour, Raquel rumará para sul , onde no dia 6 estará no Centro Cultural António Aleixo, um espectáculo a não perder.
A fadista portuguesa Katia Guerreiro prepara o lançamento de um novo disco, intitulado Fados do Fado, anunciou nesta quarta-feira (11) a assessoria da cantora. Acabada de chegar dos países nórdicos, onde representou Portugal num Festival de World Music a par de nomes como Gilberto Gil, Ojos de Brujo, Tony Allen e Oumou Sangare, Katia Guerreiro entrou em estúdio para gravar um novo trabalho. O disco será um álbum de clássicos. “Este cd é fruto de um impulso, após um mês de árduo trabalho mas também de um ambiente em equipa extraordinário. Para este novo álbum decidi recuperar temas antigos do fado, muitos deles esquecidos nos últimos tempos, que trarão aos amantes mais antigos do fado boas recordações e, para as novas gerações, uma boa descoberta", diz Katia Guerreiro. O novo álbum estará à disposição do público português a partir do início de Dezembro.
"Aquelas coisas da gente" o novo trabalho do fadista alentejano Duarte, inclui o tema "Évora doce" que faz parte da banda sonora do novo filme de José Fonseca e Costa - "Mistérios de Lisboa". O fadista vai protagonizar uma sessão de apresentação deste disco no Museu do Fado na próxima terça-feira, às 19:30, mas a entrada é reservada a convidados e meios.
Duarte, natural de Évora, viveu a sua infância e adolescência na vila de Arraiolos. Começou a cantar fado em jeito de brincadeira, mas em 1997 Duarte assume uma relação de compromisso com “um fado, enquanto espaço por excelência da sua expressão musical” desenvolvendo trabalhos de pesquisa de letras e músicas do fado tradicional, começando paralelamente a escrever e a compor temas que actualmente fazem parte do seu repertório, vai-se definindo um caminho de construção e procura de um registo de “cantautor”. Em 2008 actuou nas Comemorações do Dia de Portugal na Guiné-Bissau e voltou a terras helénicas para actuar no I Festival de Música Mediterrânica de Chios. A convite do cineasta José Fonseca e Costa, compõe o tema que serve de banda sonora ao filme “Mistérios de Lisboa” que será apresentado em 2009, tal como o seu novo álbum "Aquelas coisas da gente" de onde se retirou o tema "Évora doce", como primeiro single.
-- HOMENAGEM -- Francisco de Vasconcelos -- GRUPOS -- Grupo de Fados de Medicina do "A Velha Cabra" Serenata de Coimbra Grupo de Fados do ISEP -- PARTICIPAÇÃO -- "In Illo Tempore" Outros participantes convidados
Lançamento do novo registo discográfico do Grupo de Fados do ISEP
"HORA TORGUIANA"
II Semana do Homenageado no Clube Literário do Porto, de 7 a 15 de Novembro
BILHETES À VENDA: Associação de Estudantes do ISEP Clube Literário do Porto Centro de Congressos da Alfândega do Porto (no próprio dia)
-- ENQUADRAMENTO DO EVENTO --
Alfândega do Porto recebe a XIª Edição da Grande do Fado Académico
A Grande Noite do Fado Académico (G.N.F.A.), iniciada em 1999 pelo Grupo de Fados do Instituto Superior de Engenharia do Porto (ISEP) em conjunto Associação de Estudantes do ISEP, realizar-se-á este ano, no dia 07 de Novembro pelas 21h30, no Centro de Congressos da Alfândega do Porto.
No dia 29 de Setembro, Raquel Tavares subirá ao palco do emblemático Teatro José de Alencar em Fortaleza.
Raquel Tavares foi convidada a representar Portugal no Festival Internacional de Lusofonia "Cantos na Maré", onde vai partilhar palco com Tito Paris, Uxia, Paulo Flores, Manecas Costa, entre outros.
Sob direcção artística de Uxia, Cantos na Maré é umprojecto cultural pioneiro e com uma aposta singular: traçar um mapa comum entre os territórios da lusofonia através da música, dos ritmos e dos sons que são compartidos por raízes e origens comuns. Com a finalidade de construir pontes entre os povos que partilham o património da sua língua, o espectáculo musical caracteriza-se por ser um projecto de aproximação de culturas e fomento da diversidade, que abre novas oportunidades de projecção à criação artística.
Esta é a primeira actuação da fadista no Brasil, que procura cada vez mais internacionalizar o seu trabalho.
Veja: http://www.myspace.com/raqueltavares
Depois do fabuloso concerto em Agosto passado na Cerca do Castelo em Óbidos, Ana Moura é a senhora que se segue nas "Noites de Fado" do Parque Mayer. Ana Moura está já a preparar um novo álbum de originais que deverá sair em Outubro, onde conta com a participação do grupo Gaiteiros de Lisboa. Enquanto o novo albúm não sai poderemos vê-la e ouvi-la uma vez mais, esta sexta-feira no Parque Mayer, no âmbito da iniciativa Lisboa ao Parque, que para além do fado, inclui outros eventos culturais entre comédia, dança e concertos de música clássica. A carreira de Ana Moura vai de "vento em popa", onde se incluem os convites dos Rolling Stones e Prince para colaborações musicais, sendo que as expectativas para este espectáculo são enormes depois do fabuloso concerto que protagonizou no passado dia 26 de Agosto na Cerca do Castelo, em Óbidos. A próxima "noite de fado" está agendada para sexta-feira, dia 18 e terá Carminho como protagonista.
O preço dos ingressos é de 5 euros. As crianças até 12 anos de idade terão oportunidade de assistir aos espectáculos de borla.
Os ingressos podem ser adquiridos nos locais habituais, podendo ser também reservados previamente.
Os fadistas Joana Amendoeira e Helder Moutinho actuam no próximo sábado no Jeju Culture & Arts Center, no âmbito dos III Delphic Games 2009 que se realizam naquela cidade sul-coreana.
Joana Amendoeira irá apresentar vários temas do seu repertório, designadamente do seu último álbum, Joana & Mar Ensemble, editado o ano passado, e que lhe valeu este ano o Prémio Amália Rodrigues para o Melhor Álbum de Fado.
A fadista realizou este ano uma digressão a Itália e tem-se apresentado em diferentes palcos internacionais, nomeadamente no do Strickly Mundial, no Quebeque, na Royal Opera House, em Londres, ou no Concertgebouw, em Amesterdão.
Hélder Moutinho, também poeta, interpretará temas de sua autoria, assim como alguns do repertório fadista tradicional, designadamente Vielas de Alfama (Max/Artur Ribeiro) e A cor dos olhos (João Linhares Barbosa/Fado Artilheiro).
O fadista realizou este ano uma digressão aos Estados Unidos de apresentação do seu novo álbum, "Que fado é este que trago", e participou na Festa do Fado no Castelo de S. Jorge, em Lisboa, onde partilhou o palco com Mísia.
Os dois fadistas serão acompanhados por Luís Guerreiro, na guitarra portuguesa, Pedro Pinhal, na viola e Ricardo Cruz, no contrabaixo.
Os Delphic Games são promovidos pelo Ministério da Cultura e Turismo da República da Coreia do Sul, prevendo-se a participação de 3.000 pessoas de 40 países.
LUSA - 10.09.2009
O espólio do fado, como ficou conhecida a colecção de cerca de oito mil registos fonográficos do britânico Bruce Bastin, ficou mais barato ao Estado e à Câmara de Lisboa
O acordo final permitiu a compra dos discos de 78 rotações por 910 mil euros, menos cem mil do que os 1,1 milhões de euros contratualizados em 2007 pela então ministra da Cultura Isabel Pires de Lima. E um novo arquivo sonoro irá unir o Ministério da Cultura e a EGEAC em parceria.
Cinco ministros da Cultura e cerca de oito anos depois de ter vindo a público a existência deste espólio, a transacção da última tranche da colecção conclui-se no dia 21, com a celebração final do acordo entre o coleccionador, o Ministério da Cultura e a EGEAC/Câmara de Lisboa. Nessa altura, de acordo com Lucinda Lopes, vogal da administração da EGEAC, serão entregues os três mil registos em falta (que incluem discos portugueses adquiridos por Bastin no Brasil), tendo os primeiros cinco mil discos de 78 rotações sido entregues ao Museu do Fado no final de Janeiro de 2008.
Mas em Maio de 2008, a comissão designada pelo Estado para avaliar o acervo considerou que este tinha sido sobreavaliado, o que levou a uma renegociação. Em Dezembro, o ministro da Cultura ainda tinha dúvidas sobre “a quantidade e a qualidade” do acervo - se seriam apenas discos ou também gravações secundárias, sem os originais.
Agora, Manuel Bairrão Oleiro, director do Instituto de Museus e Conservação (ao qual a colecção ficará afecta), explicou ao PÚBLICO que os registos que agora chegarão “ficarão no Museu do Fado para inventariação e catalogação”, cabendo à tutela e à EGEAC decidir o seu destino final. Lucinda Lopes revelou ao PÚBLICO que a EGEAC e o Ministério da Cultura vão constituir um Arquivo Sonoro - que o Governo chegou a indicar como destino para o espólio do fado - para receber registos de privados e de organismos públicos. O musicólogo Rui Vieira Nery sublinha que o Estado deve ser o gestor e o garante inequívoco da “preservação de um património imaterial da cultura portuguesa”, assumindo “essa responsabilidade no essencial”,
O coleccionador chegou a pedir 1,249 milhões pelo acervo, que inclui registos até então desconhecidos ou dados como perdidos que remontam a 1904. Vieira Nery, que analisou a listagem deste “fundo muito importante” que urge “reintegrar no património português”, congratulou-se por saber que o acordo está ultimado. Quanto ao preço, “quanto mais vantajoso para o Estado português, melhor para todos nós”, disse. Os custos serão divididos pela autarquia e pela tutela - há ainda um mecenas não identificado.
NOTÍCIAS - 12.08.2009
O projecto de candidatura do fado - alguns estudiosos
atribuem as suas origens a cantos negros da África sub-saariana e outros às
melodias do norte de África - foi iniciado em 2005.
A candidatura do fado, género musical português,
cujas raízes remontam ao século XVIII, a Património Cultural Imaterial da
Unesco, só depende de decisão do Ministério da Cultura.
De acordo com notícia publicada no jornal Diário de Notícias, uma portaria do
Ministério da Cultura é o que falta para que Portugal apresente a candidatura.
"A bola está do lado da burocracia estatal", disse Rui Vieira Nery,
director do Programa da Educação para a Cultura da Fundação Calouste Gulbenkian
e um dos membros da comissão da candidatura, citado pelo jornal.
"Só poderemos avançar quando for publicado o regulamento da candidatura.
Isso cabe ao Ministério da Cultura," disse.
O projecto de candidatura do fado - alguns estudiosos atribuem as suas origens
a cantos negros da África sub-saariana e outros às melodias do norte de África
- foi iniciado em 2005, após Portugal ter ratificado a convenção da Unesco para
preservar formas de expressão cultural como ritos, danças, músicas, que não
entram na classificação de património com corpo físico.
A candidatura é apoiada pelos maiores nomes do fado em Portugal, entre eles
Carlos do Carmo, embaixador da candidatura.
Se o fado vier a ser classificado pela Unesco, Portugal assumirá o compromisso
de preservar a história e fontes daquele género musical. Entre as obrigações
estará a criação de um arquivo sonoro.
Segundo Rui Nery, a candidatura está preparada para iniciar a recuperação de
fontes que contam a história do fado.
A fadista de Santarém, Joana Amendoeira inicia dia 25 uma digressão por Itália que a levará a sete palcos, onde apresentará temas do seu mais recente álbum, distinguido com o Prémio Amália.
Joana Amendoeira que será acompanhada Pedro Amendoeira (guitarra portuguesa), Pedro Pinhal (viola de fado) e Paulo Paz (contrabaixo), apresentar-se-á dia 25 em Verdello (arredores de Bérgamo) no Parco Villa Comunale.
Numa digressão sem paragens, a fadista actua no dia seguinte em Cisternino (Brindisi) num palco ao ar livre na Piazza Vittorio Emanuele.
A fadista de Santarém continua a digressão pela região de Puglia, actuando dia 27 em Terlizzi (Bari) no Borgo Sovereto, seguindo para Gioa del Colle, também na província de Bari, onde subirá ao palco no Castello Normanno Svevo.
Joana Amendoeira, que ganhou a Grande Noite do fado do Porto em 1995, aposta numa carreira de compromisso "entre a tradição e a modernidade", tendo afirmado à agência Lusa que é essencial dar "a cada um dos fados tradicionais um cunho e estilo" pessoais, mas também "criar novos fados".
"Há que entender o fado numa evolução natural que passa pela tradição, caminhando nos dias de hoje com as preocupações do presente", disse.
No seu último álbum de inéditos, "As saudades do futuro", a fadista interpreta Almeida Garrett, Alda Lara e Augusto Gil, ao lado de poetas contemporâneos como Aldina Duarte, Tiago Torres da Silva e Hélder Moutinho.
"Joana Amendoeira & Mar Ensemble", o trabalho que apresenta em Itália, reúne temas do seu repertório e revisita também marchas populares como a dos Centenários (1940) de Maria Clara, um CD que foi gravado ao vivo no Verão passado no Castelo de São Jorge, em Lisboa.
Corato (dia 29) e Alberobello (dia 30), ambas na província de Bari, são as duas últimas cidades onde a fadista portuguesa actuará.
Em Corato, a intérprete de "Olhos garotos" actua no centro histórico, na Piazzetta dei bambini, e em Alberobello no Trullo Sovrano.
A fadista, que já actuou em Itália, tem-se apresentado em diferentes palcos internacionais, designadamente o do Strickly Mundial, no Quebeque, no Canadá, o da Royal Opera House, em Londres, ou do Concertgebouw, em Amesterdão.
O MIRANTE - 12.07.2009
«Filmes, Malhas e Tralhas» é o projecto que vai levar Hélder Moutinho e outros artistas ao Cinema São Jorge no dia 8 de Julho, a partir das 22:00 horas, para actuar ao vivo.
O projecto envolve uma série de artistas que se apresentam ao vivo para interpretar temas de filmes, segundo o divulgado em comunicado.
O fadista vai interpretar três temas, sendo acompanhado pelo seu trio de fado: Ricardo Parreira, na guitarra portuguesa; Marco Oliveira, na viola de fado; e Yami, no baixo.
«Fado das Trincheiras», do filme «João Ratão»; «Coimbra», do filme «Capas Negras»; e «Gaivota», do filme Amália», compõem o reportório de Hélder Moutinho para aquele dia.
Na tela, o cinema português servirá de matéria-prima para a criação de um espectáculo inédito. Será projectada uma longa-metragem a partir de excertos de filmes nacionais.
Além de Hélder Moutinho, subirão ao palco Daniel Bernardes, Filipe Melo, Manuel João Vieira e Miss Susie, Pedro Jóia e Tereza Salgueiro, Tiago Bettencourt e Tó Trips.
Diário Digital - 03.07.2009
Ruy Vieira Nery esteve na apresentação pública dos trabalhos desenvolvidos ao abrigo do projecto de Candidatura do Fado a Património Imaterial da Humanidade.
"O decreto-lei já foi publicado e agora só falta a portaria", disse ontem o musicólogo Rui Vieira Nery no Museu do Fado, a propósito da candidatura do Fado a Património Mundial da Humanidade, tema que ocupou aquele espaço municipal o dia inteiro, com debates e concertos.
Vieira Nery, que falava em nome da comissão científica do projecto de candidatura, explicou o que foi feito desde que, há cinco anos, o então presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Pedro Santana Lopes, teve a ideia de candidatar o fado a Património da Humanidade.
"Foram cinco anos de trabalho silencioso e discreto, mas também o ponto de partida para a ofensiva que se segue", afirmou.
Correio da Manhã - 01.07.2009
Cerca de 500 peças pertencentes à fadista e actriz Fernanda Baptista, falecida em Julho passado, vão estar expostas em Lisboa, na Junta de Freguesia de Santos-o-Velho.
"Trata-se de vários objectos de cena, desde vestidos a adereços, como brincos ou colares, cartazes, fotografias, programas, pautas, jornais, procurando dar uma retrospectiva o mais completa de uma das mais fulgurantes carreiras da revista à portuguesa", explicou à Lusa Miguel Villa, organizador da exposição que estará patente de 25 de Maio a 28 de Junho.
A maioria dos objectos expostos foi oferecida pela fadista a Miguel Villa, coleccionador de objectos da actividade teatral e admirador de Fernanda Baptista.
"Éramos muito amigos, ela era uma pessoa excepcional e deu-me muita coisa, além daquilo que doou ao Museu do Teatro", explicou Villa.
Um dos objectos que será exposto é o seu último vestido de cena, emprestado pelo empresário Filipe la Feria, que a criadora de "Fado da carta" usou em "Canção de Lisboa", última peça em que se apresentou, em 2005.
O poeta José Luís Gordo, membro da Junta de Freguesia, sublinhou à Lusa "a importância de recordar figuras essenciais da cultura popular como a Fernanda Baptista, que teve inúmeros êxitos".
"É fundamental recordar estas figuras, se perdermos a memória corremos o risco de perder a nossa identidade e a Fernanda Baptista é uma cara de Lisboa", acrescentou.
Miguel Villa e José Luís Gordo sublinharam a ligação da fadista à marcha da Madragoa, bairro que integra a freguesia de Santos-o-Velho.
A fadista e actriz Fernanda Baptista faleceu a 25 de Julho passado com 89 anos. Além do "Fado da carta" (João Nobre/Amadeu do Vale), a fadista criou vários outros êxitos e foi primeira figura de várias operetas e revistas, entre elas, "Chuva de mulheres" e "Fonte luminosa".
A sua estreia na revista deu-se em 1945, em "Banhos de sol", a convite do compositor e maestro João Nobre, mas já anteriormente integrara o cartaz do Café Luso, a convite de Filipe Pinto, no início da década de 1940.
O êxito alcançado levou-a a deixar a profissão de costureira que exercia.
Um dos fatos expostos, da personagem "a filha de D. Afonso Henriques", foi executado por si própria para uma digressão, integrada numa companhia de revista, às comunidades portuguesas na América do Norte.
"Saudades de Júlia Mendes", "Fui ao baile", "Trapeiras de Lisboa", "Pedrinha da rua", "Fado toureiro" ou "Fado das sombras" foram outros dos seus êxitos.
A fadista foi distinguida pela Associação Portuguesa dos Amigos do Fado, pela Câmara de Lisboa e, em 2003, condecorada com a Ordem de Mérito pelo Presidente da República, Jorge Sampaio.
NL.
Lusa – 09.05.2009
Raquel Tavares volta a actuar em França ,país de onde surgem cada vez mais convites. Desta vez a artista sobe ao palco de Palais des Congrés , em Perpignan, às 20h30 no dia 24 de Abril e no dia seguinte actua em La Cigalière, em Serignan, à mesma hora. No próximo mês de Maio , a fadista brinda-nos com o seu renovado "Bairro" ,em palcos nacionais.
Depois da apresentação do seu novo espectáculo, no Forum Lisboa , onde nos transportou para uma casa de fados, Raquel tem recebido inúmeros convites e tem levado a "sua casa de fados" cada vez mais além -fronteiras, onde a sua autenticidade e simplicidade cativa de imediato a audiência.
No mês de Maio, vai ser a vez dos palcos do Forum Cultural José Manuel Figueiredo e do Cineteatro Municipal João Mota de receberem o" Bairro" de Raquel Tavares, a sua "Casa de fados", onde a componente cénica faz parte do espectáculo.
Nao se esqueça..."reserve a sua mesa"!
16 MAIO - FÓRUM CULTURAL JOSÉ MANUEL FIGUEIREDO
Tel. 210888900
Bilhete Único - 10€
23 MAIO -CINETEATRO MUNICIPAL JOÃO MOTA, SESIMBRA
Tel: 21 228 87 15
Bilhete Único - 10€
“Todos Temos o teu fado” é uma curta-metragem que se estreia sexta-feira em Madrid e na qual cidadãos de vários países, com maior ou menor vocação para o canto e a música, interpretam temas celebrizados por Amália.
Ao longo dos 23 minutos do ‘curto’ – que será exibido na Filmoteca Espanhola –, João Drago, responsável pela realização e argumento, usa espaços emblemáticos de Portugal e Espanha para homenagear Amália Rodrigues, no ano em que se cumprem 10 anos da sua morte.
Aparecem no filme um reformado holandês (Theo Jongsman), uma professora de flamenco mexicana (Carmen Diaz) e um transformista espanhol (Nacho Galán) a interpretar temas conhecidos da fadista.
Três músicos espanhóis (Toñi Mora, Jordi Calafell e Laura Montoya) interpretam um tema instrumental e nove cidadãos de várias nacionalistas cantam o tema Mariquita.
O filme, que conta com a participação de dois guitarristas portugueses - Miguel Drago (guitarra portuguesa) e Virgílio Lança (viola) –, tem como director de fotografia o espanhol José A. Olivares.
“É uma ideia antiga e que de alguma maneira está relacionada com a minha própria experiência de viver fora de Portugal há 18 anos. Quando vives fora de Portugal acabas por desenvolver um relacionamento com o fado no sentido mais nostálgico do termo”, disse.
“E nesse contexto - observou - a Amália é a maior referência, uma das grandes vozes do século 20 e das poucas que cantavam com o mesmo à vontade em quatro ou cinco línguas”.
Partindo desse “sentido universal” de Amália, João Drago decidiu desafiar cidadãos estrangeiros residentes em Lisboa e Madrid, com idades entre os 20 e os 60, para interpretarem a fadista e os seus temas.
“Nenhum é músico profissional, mas deixam-nos temas que assumem por isso uma interpretação muito pessoal do fado e de Amália”, assinalou.
Os "palcos" destes encontros de fado incluem alguns dos espaços mais emblemáticos de Madrid e Lisboa, incluindo a Plaza Mayor e a famosa casa de flamenco “Corral de la Pacheca”, o Parque Eduardo VII e o Panteão Nacional.
“É essencialmente uma curta-metragem com meros fins de divulgação cultural, através de festivais de cinema da especialidade”, referiu João Drago.
“Se tiver boa receptividade, gostava também de poder chegar às televisões. Tudo depende de conseguirmos negociar os direitos de autor para isso. Para já vou tentar divulgar o 'curto' nos países onde a Amália era mais popular, através de festivais de curtas”, disse ainda.
João Drago, natural de Coimbra e jornalista desde 1988, viveu vários anos em Macau, onde foi editor e director do Jornal Tribunal de Macau, colaborando com outra imprensa escrita da região.
Reside desde Setembro de 2003 em Espanha, onde conclui o curso de cinema da Escuela de Artes Visuales de Madrid e é colaborador do programa Europa Contacto da RTP.
Entre as suas experiências de cinema destaca-se o trabalho como guionista e realizador da curta-metragem “Diesel”, uma produção espanhola rodada em 2005 (na Andaluzia e no Algarve) que fez parte do programa oficial da primeira edição do Festival dos Cinemas do Mediterrâneo, realizado em Faro na Primavera de 2006.
ASP.
Lusa - 05.03.2009
Raquel Tavares vê o seu trabalho reconhecido cada vez mais além fronteiras. Depois do belíssimo espectáculo que nos ofereceu em Dezembro passado no Fórum Lisboa, onde apresentou o seu novo espectáculo, "Bairro", o qual recebeu excelentes criticas, a fadista Raquel Tavares prepara-se para mais uma grande noite de fado, desta vez em França.
O concerto está marcado para, dia 17 de Março, no Festival Transeuropeennes,no Espace Aragon à Oissel.
Raquel Tavares sobe ao palco por volta das 20h30 acompanhada de Bernardo Couto na guitarra portuguesa, Marco Oliveira na viola de fado e Fernando Araújo no baixo acústico.
No próximo mês de Abril, Raquel Tavares desloca-se novamente até à França, País de onde surgem cada vez mais convites, desta vez ruma até o sul, dia 24 de Abril estará em Perpignan e dia 25 em Serignan.
www.myspace.com/raqueltavares- Equipa de Comunicação
Tel: + 351 21 715 50 56 | 57
Fax: + 351 21 715 50 58
E-mail: geral@sonoraurbana.com
Url: www.sonoraurbana.com
Myspace: www.myspace.com/sonoraurbana
Dia 7 de Março:
FNAC “Mar Shopping” (Matosinhos) - 17:00h
Concerto no “tertúlia Castelense” (Maia) – 23:00h
Dia 8 de Março:
FNAC “Norte Shopping” (Porto) - 17:00h
“Amar Guitarra ... com Paixão e Alma”
“Uma viagem instrumental pelo universo musical latino conduzida por duas guitarras em diálogo revisitando o Jazz, o Flamenco e o Blues em composições originais e de outros autores”.
O Quarteto “Amar Guitarra” é a evolução natural do projecto de música instrumental “Las Guitarras Locas”,com João Cuña e Luís Fialho nas guitarras acústicas.
Após o primeiro CD “Las Guitarras Locas”, João Cuña e Luís Fialho apresentam o seu novo álbum: “Amar Guitarra”, que acrescenta ao projecto a sonoridade única da guitarra portuguesa, além de uma harmoniosa secção rítmica.
A secção rítmica deste quarteto é composta por Tiago Rêgo na percussão e Marco Martins no baixo, acrescentando assim novas texturas sonoras a um projecto único na música portuguesa.
Consulte toda a informação (contactos, músicas, vídeos, fotos, blog e agenda de concertos) em:
www.amarguitarra.com
A fadista Celeste Rodrigues actua no próximo dia 13 no Auditório da Universidade Portucalense, e no dia seguinte no Auditório de Aldoar, acompanhada por Pedro Amendoeira (guitarra portuguesa), Pedro Pinhal (viola) e Ricardo Cruz (contrabaixo).
O alinhamento destes dois espectáculos será baseado no seu álbum “Fado Celeste”, que será brevemente editado pela Sonora Urbana.
«Fado Celeste» reúne fados tradicionais e inéditos com letras de autores contemporâneos.
«Celeste Rodrigues, 85 anos (fará os 86 anos em palco, no dia 14 de Março) e mais de meio século de carreira, afirmou que o seu sonho não era «ser artista», mas «gostava imenso de cantar no meio dos fadistas, não em público».
ANTES DEMAIS UM ANO 2009 CHEIO DE VISITANTES. E QUE VOS TRAGA MUITA ALEGRIA. POIS É GRAÇAS A PESSOAS COMO VOCES QUE O FADO ( FADISTAS E MÚSICOS DE FADO ) TAMBÉM SAÕ DIVULGADOS E BEM HAJAM POR ISSO: AQUI DEIXO O MEU SITE:www.carlosmacedo.net. E FICA AO VOSSO CRITÉRIO DIVULGAR OU NÃO. DE QUALQUER MANEIRA UM ABRAÇO DO AMIGO CARLOS MACEDO COM 40 E ALGUNS ANOS DE FADO .( SOU FADISTA -GUITARRISTA-AUTOR -COMPOSITOR E CONSTRUTOR DA GUITARRA PORTUGUESA )- SAUDAÇÕES CORDIAIS. ATENCIOSAMENTE, MUITO OBRIGADO.
Carlos MacedoNOTA:
Um abraço e todos os votos retribuídos em dobro. Aliás também caberá aos artistas a divulgação da RADIO FADO DE PORTUGAL, onde 24x24 horas podem ser ouvidos em qualquer canto do planeta.
Fernando Gil
(Um Macua de Moçambique)
FÓRUM MUNICIPAL DE LISBOA
15 DE DEZEMBRO - 21:30H
Apelidada pela imprensa como a Severa do séc. XXI, Raquel Tavares tem o dom de ser Fadista. Para se ser Fadista, não basta saber cantar, colocar a voz ou afinar as notas da melodia; é importante passar ao público a mensagem da poesia e sintonizá-la com a música que também é sugerida.
O reconhecimento público pela artista já se fez sentir: a Fadista foi galardoada com o Prémio Revelação Feminina do Fado, atribuído pela Fundação Amália Rodrigues e pela Casa da Imprensa, e distinguida pela Rádio Central FM de Leiria.
Raquel Tavares tem pisado inúmeros palcos nacionais e internacionais e, com passos pequenos mas seguros, tem procurado internacionalizar o seu trabalho, actuando em países como Espanha, Itália, Irlanda, Inglaterra, Argentina, Chile, Uruguai, Grécia ou França, mas é em casa, na sua Lisboa, no seu Bairro, que Raquel Tavares gosta de cantar.
No dia 15 de Dezembro, vai ser possível ouvir Raquel Tavares, no palco do Fórum Municipal de Lisboa, por volta das 21:30h, onde nos conduzirá pelos becos e vielas do seu “Bairro”. A acompanhá-la, os mesmos vizinhos de sempre – Guilherme Banza, na guitarra portuguesa, Fernando Araújo, no baixo, e Marco Oliveira, na viola de fado.
Para este espectáculo, Raquel Tavares está a preparar muito mais novidades do que aquelas com que nos presenteou em Maio, no Teatro da Trindade. Quem não se recorda da surpresa que foi nessa noite, ver a Fadista cantar e tocar à Guitarra Portuguesa o tema “Ardinita”? No dia 15 de Dezembro, Raquel Tavares vai conduzir-nos pelos becos e vielas do seu “Bairro”, mas um bairro totalmente diferente daquele que visitámos em Maio. A componente cénica do espectáculo vai ser levada ainda mais longe do que então, mas essa experiência vai ficar guardada apenas na memória de quem "reservar mesa”!
Os bilhetes para o espectáculo de Raquel Tavares, no dia 15 de Dezembro, no Fórum Municipal de Lisboa, estão à venda nos locais habituais.
Preço dos bilhetes:
Plateia: 20€
1º Balcão: 15€
2º Balcão: 10€
Katia Guerreiro lança na próxima semana um novo álbum,"Fado", em que aposta mais na interpretação, abre o leque de criadores e assume pela primeira vez a produção.
"Atirei-me sobretudo para a interpretação que nos outros discos se nota que estava mais contida, mais cuidadosa. Arrisquei muito na interpretação, mas todos os fados tradicionais e a poesia que escolhi me ajudaram a encontrar esse nível de desprendimento com o rigor técnico".
O álbum, editado pela Sony Music, abre com quadras de Florbela Espanca a que se juntou um refrão de Carlos Ramos, interpretado no Fado das Horas de Maria Teresa de Noronha.
"Há muito tempo que queria cantar o Fado das Horas, que, dos tradicionais, é o mais alegre e foi uma ideia brilhante do João Mário Veiga [viola]", explicou a fadista.
O tema intitula-se "Fado dos olhos" e é o primeiro de um conjunto de 14 temas, um deles de sua autoria, "A voz da poesia", com música de Rui Veloso.
Não é a primeira vez que Katia se assume como autora. Já no seu segundo álbum, "Nas mãos do fado", assinou "Meu principezinho".
Katia Guerreiro contou à Lusa a história deste tema: "Foi composto há pouco mais de um ano, numa tarde chuvosa e cinzenta em Cherburgo [França], e depois saiu ao correr da pena".
Escolheu Rui Veloso por o poema se inspirar "de certa forma numa outra canção" do compositor e intérprete, amigo da fadista, "lá de casa", e que no início da carreira lhe disse: "Katia isto é muito a sério e eu quero ver-te uma dia ser grande".
Dos poetas escolhidos, além de nomes habituais como Paulo Valentim, seu guitarrista, João Mário Veiga, e Rodrigo Serrão, seu contrabaixista, surge a descoberta de Fernando Tavares Rodrigues. Uma homenagem que faz a um poeta já falecido "e injustamente desconhecido".
Sendo a primeira vez que a sua poesia é interpretada em fado, Katia Guerreiro prometeu "voltar à obra do Fernando em próximos álbuns".
De sua autoria Katia interpreta "Ponham flores na mesa" e "Mundo", respectivamente, no Fado Tango de Joaquim Campos e no Fado Esmeraldinha, de Júlio Proença, dois outros fados tradicionais que a artista "há muito queria cantar".
Relativamente aos fados tradicionais, Katia Guerreiro sublinhou à Lusa que escolhe aqueles com que se identifica, uma questão importante porque a fadista se diz "mais à vontade" quando canta melodias compostas para a sua voz por compositores que já a conhecem.
Da habitual "equipa criadora", neste álbum consta também Maria Luísa Baptista que acompanha a fadista desde o primeiro álbum, "Fado maior", e que desta vez assina "Casa da colina" com música de Rodrigo Serrão.
As histórias deste álbum são muitas, feitas de "encontros", "coincidências", mas também de "reflexão".
"Muitos temas agora incluídos esperaram o seu tempo de maturação, que chegasse o ponto em que como intérprete achei que era a altura", afirmou.
"Lírio roxo", de António Gedeão, que interpreta no Fado Vianinha de Francisco Viana, foi um deles.
Dos 14 temas, entre os quais "Lisboa", de Charles Aznavour, Katia escolheu três preferidos: "Ponham flores na mesa", "Pranto de amor ausente" (Paulo Valentim) e "Eu queria cantar-te um fado" (António de Sousa Freitas/Franklin Godinho).
Este Fado Franklin de sextilhas "foi o ponto de partida para este disco e é o bocadinho de Amália na minha inspiração", assinalou ainda.
NL/Lusa
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