05-07-2009

Helder Moutinho ao vivo no Cinema São Jorge dia 8

«Filmes, Malhas e Tralhas» é o projecto que vai levar Hélder Moutinho e outros artistas ao Cinema São Jorge no dia 8 de Julho, a partir das 22:00 horas, para actuar ao vivo. O projecto envolve uma série de artistas que se apresentam ao vivo para interpretar temas de filmes, segundo o divulgado em comunicado. O fadista vai interpretar três temas, sendo acompanhado pelo seu trio de fado: Ricardo Parreira, na guitarra portuguesa; Marco Oliveira, na viola de fado; e Yami, no baixo. «Fado das Trincheiras», do filme «João Ratão»; «Coimbra», do filme «Capas Negras»; e «Gaivota», do filme Amália», compõem o reportório de Hélder Moutinho para aquele dia. Na tela, o cinema português servirá de matéria-prima para a criação de um espectáculo inédito. Será projectada uma longa-metragem a partir de excertos de filmes nacionais. Além de Hélder Moutinho, subirão ao palco Daniel Bernardes, Filipe Melo, Manuel João Vieira e Miss Susie, Pedro Jóia e Tereza Salgueiro, Tiago Bettencourt e Tó Trips. Diário Digital - 03.07.2009

Candidatura do Fado quase pronta

Ruy Vieira Nery esteve na apresentação pública dos trabalhos desenvolvidos ao abrigo do projecto de Candidatura do Fado a Património Imaterial da Humanidade. "O decreto-lei já foi publicado e agora só falta a portaria", disse ontem o musicólogo Rui Vieira Nery no Museu do Fado, a propósito da candidatura do Fado a Património Mundial da Humanidade, tema que ocupou aquele espaço municipal o dia inteiro, com debates e concertos. Vieira Nery, que falava em nome da comissão científica do projecto de candidatura, explicou o que foi feito desde que, há cinco anos, o então presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Pedro Santana Lopes, teve a ideia de candidatar o fado a Património da Humanidade. "Foram cinco anos de trabalho silencioso e discreto, mas também o ponto de partida para a ofensiva que se segue", afirmou. Correio da Manhã - 01.07.2009

26-06-2009

Teresa Salgueiro lança MATRIZ, com Lusitânia Ensemble

Matrizteresasalgueiro

Contacto:

Aurora Pinheiro

Tel: 00351918320146

E-mail: booking@clepsidramusica.com

URL: http://teresasalgueiro.pt

17-05-2009

Fernanda Baptista evocada em exposição com mais de 500 peças pessoais da fadista

Cerca de 500 peças pertencentes à fadista e actriz Fernanda Baptista, falecida em Julho passado, vão estar expostas em Lisboa, na Junta de Freguesia de Santos-o-Velho. "Trata-se de vários objectos de cena, desde vestidos a adereços, como brincos ou colares, cartazes, fotografias, programas, pautas, jornais, procurando dar uma retrospectiva o mais completa de uma das mais fulgurantes carreiras da revista à portuguesa", explicou à Lusa Miguel Villa, organizador da exposição que estará patente de 25 de Maio a 28 de Junho. A maioria dos objectos expostos foi oferecida pela fadista a Miguel Villa, coleccionador de objectos da actividade teatral e admirador de Fernanda Baptista. "Éramos muito amigos, ela era uma pessoa excepcional e deu-me muita coisa, além daquilo que doou ao Museu do Teatro", explicou Villa. Um dos objectos que será exposto é o seu último vestido de cena, emprestado pelo empresário Filipe la Feria, que a criadora de "Fado da carta" usou em "Canção de Lisboa", última peça em que se apresentou, em 2005. O poeta José Luís Gordo, membro da Junta de Freguesia, sublinhou à Lusa "a importância de recordar figuras essenciais da cultura popular como a Fernanda Baptista, que teve inúmeros êxitos". "É fundamental recordar estas figuras, se perdermos a memória corremos o risco de perder a nossa identidade e a Fernanda Baptista é uma cara de Lisboa", acrescentou. Miguel Villa e José Luís Gordo sublinharam a ligação da fadista à marcha da Madragoa, bairro que integra a freguesia de Santos-o-Velho. A fadista e actriz Fernanda Baptista faleceu a 25 de Julho passado com 89 anos. Além do "Fado da carta" (João Nobre/Amadeu do Vale), a fadista criou vários outros êxitos e foi primeira figura de várias operetas e revistas, entre elas, "Chuva de mulheres" e "Fonte luminosa". A sua estreia na revista deu-se em 1945, em "Banhos de sol", a convite do compositor e maestro João Nobre, mas já anteriormente integrara o cartaz do Café Luso, a convite de Filipe Pinto, no início da década de 1940. O êxito alcançado levou-a a deixar a profissão de costureira que exercia. Um dos fatos expostos, da personagem "a filha de D. Afonso Henriques", foi executado por si própria para uma digressão, integrada numa companhia de revista, às comunidades portuguesas na América do Norte. "Saudades de Júlia Mendes", "Fui ao baile", "Trapeiras de Lisboa", "Pedrinha da rua", "Fado toureiro" ou "Fado das sombras" foram outros dos seus êxitos. A fadista foi distinguida pela Associação Portuguesa dos Amigos do Fado, pela Câmara de Lisboa e, em 2003, condecorada com a Ordem de Mérito pelo Presidente da República, Jorge Sampaio. NL. Lusa – 09.05.2009

23-04-2009

Raquel Tavares actua em França no dia da Liberdade!

Raquel_tavares1Raquel Tavares volta a actuar em França ,país de onde surgem cada vez mais convites. Desta vez a artista sobe ao palco de Palais des Congrés , em Perpignan, às 20h30 no dia 24 de Abril e no dia seguinte actua em La Cigalière, em Serignan, à mesma hora. No próximo mês de Maio , a fadista brinda-nos com o seu renovado "Bairro" ,em palcos nacionais. Depois da apresentação do seu novo espectáculo, no Forum Lisboa , onde nos transportou para uma casa de fados, Raquel tem recebido inúmeros convites e tem levado a "sua casa de fados" cada vez mais além -fronteiras, onde a sua autenticidade e simplicidade cativa de imediato a audiência. No mês de Maio, vai ser a vez dos palcos do Forum Cultural José Manuel Figueiredo e do Cineteatro Municipal João Mota de receberem o" Bairro" de Raquel Tavares, a sua "Casa de fados", onde a componente cénica faz parte do espectáculo. Nao se esqueça..."reserve a sua mesa"! 16 MAIO - FÓRUM CULTURAL JOSÉ MANUEL FIGUEIREDO Tel. 210888900 Bilhete Único - 10€ 23 MAIO -CINETEATRO MUNICIPAL JOÃO MOTA, SESIMBRA Tel: 21 228 87 15 Bilhete Único - 10€

07-03-2009

Todos Temos o Teu Fado" com vozes internacionais a cantar Amália (c/vídeo)

“Todos Temos o teu fado” é uma curta-metragem que se estreia sexta-feira em Madrid e na qual cidadãos de vários países, com maior ou menor vocação para o canto e a música, interpretam temas celebrizados por Amália. Ao longo dos 23 minutos do ‘curto’ – que será exibido na Filmoteca Espanhola –, João Drago, responsável pela realização e argumento, usa espaços emblemáticos de Portugal e Espanha para homenagear Amália Rodrigues, no ano em que se cumprem 10 anos da sua morte. Aparecem no filme um reformado holandês (Theo Jongsman), uma professora de flamenco mexicana (Carmen Diaz) e um transformista espanhol (Nacho Galán) a interpretar temas conhecidos da fadista. Três músicos espanhóis (Toñi Mora, Jordi Calafell e Laura Montoya) interpretam um tema instrumental e nove cidadãos de várias nacionalistas cantam o tema Mariquita. O filme, que conta com a participação de dois guitarristas portugueses - Miguel Drago (guitarra portuguesa) e Virgílio Lança (viola) –, tem como director de fotografia o espanhol José A. Olivares. “É uma ideia antiga e que de alguma maneira está relacionada com a minha própria experiência de viver fora de Portugal há 18 anos. Quando vives fora de Portugal acabas por desenvolver um relacionamento com o fado no sentido mais nostálgico do termo”, disse. “E nesse contexto - observou - a Amália é a maior referência, uma das grandes vozes do século 20 e das poucas que cantavam com o mesmo à vontade em quatro ou cinco línguas”. Partindo desse “sentido universal” de Amália, João Drago decidiu desafiar cidadãos estrangeiros residentes em Lisboa e Madrid, com idades entre os 20 e os 60, para interpretarem a fadista e os seus temas. “Nenhum é músico profissional, mas deixam-nos temas que assumem por isso uma interpretação muito pessoal do fado e de Amália”, assinalou. Os "palcos" destes encontros de fado incluem alguns dos espaços mais emblemáticos de Madrid e Lisboa, incluindo a Plaza Mayor e a famosa casa de flamenco “Corral de la Pacheca”, o Parque Eduardo VII e o Panteão Nacional. “É essencialmente uma curta-metragem com meros fins de divulgação cultural, através de festivais de cinema da especialidade”, referiu João Drago. “Se tiver boa receptividade, gostava também de poder chegar às televisões. Tudo depende de conseguirmos negociar os direitos de autor para isso. Para já vou tentar divulgar o 'curto' nos países onde a Amália era mais popular, através de festivais de curtas”, disse ainda. João Drago, natural de Coimbra e jornalista desde 1988, viveu vários anos em Macau, onde foi editor e director do Jornal Tribunal de Macau, colaborando com outra imprensa escrita da região. Reside desde Setembro de 2003 em Espanha, onde conclui o curso de cinema da Escuela de Artes Visuales de Madrid e é colaborador do programa Europa Contacto da RTP. Entre as suas experiências de cinema destaca-se o trabalho como guionista e realizador da curta-metragem “Diesel”, uma produção espanhola rodada em 2005 (na Andaluzia e no Algarve) que fez parte do programa oficial da primeira edição do Festival dos Cinemas do Mediterrâneo, realizado em Faro na Primavera de 2006. ASP. Lusa - 05.03.2009

04-03-2009

Raquel Tavares em "tour" por França

Raquel_tavares Raquel Tavares vê o seu trabalho reconhecido cada vez mais além fronteiras. Depois do belíssimo espectáculo que nos ofereceu em Dezembro passado no Fórum Lisboa, onde apresentou o seu novo espectáculo, "Bairro", o qual recebeu excelentes criticas, a fadista Raquel Tavares prepara-se para mais uma grande noite de fado, desta vez em França. O concerto está marcado para, dia 17 de Março, no Festival Transeuropeennes,no Espace Aragon à Oissel. Raquel Tavares sobe ao palco por volta das 20h30 acompanhada de Bernardo Couto na guitarra portuguesa, Marco Oliveira na viola de fado e Fernando Araújo no baixo acústico. No próximo mês de Abril, Raquel Tavares desloca-se novamente até à França, País de onde surgem cada vez mais convites, desta vez ruma até o sul, dia 24 de Abril estará em Perpignan e dia 25 em Serignan. www.myspace.com/raqueltavares - Equipa de Comunicação Tel: + 351 21 715 50 56 | 57 Fax: + 351 21 715 50 58 E-mail: geral@sonoraurbana.com Url: www.sonoraurbana.com Myspace: www.myspace.com/sonoraurbana

Concertos de apresentação do CD "AMAR GUITARRA" no PORTO

Dia 7 de Março: FNAC “Mar Shopping” (Matosinhos) - 17:00h Concerto no “tertúlia Castelense” (Maia) – 23:00h Dia 8 de Março: FNAC “Norte Shopping” (Porto) - 17:00h “Amar Guitarra ... com Paixão e Alma” “Uma viagem instrumental pelo universo musical latino conduzida por duas guitarras em diálogo revisitando o Jazz, o Flamenco e o Blues em composições originais e de outros autores”. O Quarteto “Amar Guitarra” é a evolução natural do projecto de música instrumental “Las Guitarras Locas”,com João Cuña e Luís Fialho nas guitarras acústicas. Após o primeiro CD “Las Guitarras Locas”, João Cuña e Luís Fialho apresentam o seu novo álbum: “Amar Guitarra”, que acrescenta ao projecto a sonoridade única da guitarra portuguesa, além de uma harmoniosa secção rítmica. A secção rítmica deste quarteto é composta por Tiago Rêgo na percussão e Marco Martins no baixo, acrescentando assim novas texturas sonoras a um projecto único na música portuguesa. Consulte toda a informação (contactos, músicas, vídeos, fotos, blog e agenda de concertos) em: www.amarguitarra.com

Noite de Fado sábado 7 de Março pelas 21H00

Gala a favor da Ajuda de Berço. Rua da Manutenção, nº45 Xabregas - Lisboa Reservas e Informações: 936914678 Fado_ajudaberco

27-02-2009

Celeste Rodrigues actua no Porto nos dias 13 e 14 de Março

A fadista Celeste Rodrigues actua no próximo dia 13 no Auditório da Universidade Portucalense, e no dia seguinte no Auditório de Aldoar, acompanhada por Pedro Amendoeira (guitarra portuguesa), Pedro Pinhal (viola) e Ricardo Cruz (contrabaixo). O alinhamento destes dois espectáculos será baseado no seu álbum “Fado Celeste”, que será brevemente editado pela Sonora Urbana. «Fado Celeste» reúne fados tradicionais e inéditos com letras de autores contemporâneos. «Celeste Rodrigues, 85 anos (fará os 86 anos em palco, no dia 14 de Março) e mais de meio século de carreira, afirmou que o seu sonho não era «ser artista», mas «gostava imenso de cantar no meio dos fadistas, não em público».

20-01-2009

CARLOS MACEDO

ANTES DEMAIS UM ANO 2009 CHEIO DE VISITANTES. E QUE VOS TRAGA MUITA ALEGRIA. POIS É GRAÇAS A PESSOAS COMO VOCES QUE O FADO ( FADISTAS E MÚSICOS DE FADO ) TAMBÉM SAÕ DIVULGADOS E BEM HAJAM POR ISSO: AQUI DEIXO O MEU SITE:www.carlosmacedo.net. E FICA AO VOSSO CRITÉRIO DIVULGAR OU NÃO. DE QUALQUER MANEIRA UM ABRAÇO DO AMIGO CARLOS MACEDO COM 40 E ALGUNS ANOS DE FADO .( SOU FADISTA -GUITARRISTA-AUTOR -COMPOSITOR E CONSTRUTOR DA GUITARRA PORTUGUESA )- SAUDAÇÕES CORDIAIS. ATENCIOSAMENTE, MUITO OBRIGADO. Carlos Macedo NOTA: Um abraço e todos os votos retribuídos em dobro. Aliás também caberá aos artistas a divulgação da RADIO FADO DE PORTUGAL, onde 24x24 horas podem ser ouvidos em qualquer canto do planeta. Fernando Gil (Um Macua de Moçambique)

20-11-2008

RAQUEL TAVARES AO VIVO

FÓRUM MUNICIPAL DE LISBOA 15 DE DEZEMBRO - 21:30H Apelidada pela imprensa como a Severa do séc. XXI, Raquel Tavares tem o dom de ser Fadista. Para se ser Fadista, não basta saber cantar, colocar a voz ou afinar as notas da melodia; é importante passar ao público a mensagem da poesia e sintonizá-la com a música que também é sugerida. O reconhecimento público pela artista já se fez sentir: a Fadista foi galardoada com o Prémio Revelação Feminina do Fado, atribuído pela Fundação Amália Rodrigues e pela Casa da Imprensa, e distinguida pela Rádio Central FM de Leiria. Raquel Tavares tem pisado inúmeros palcos nacionais e internacionais e, com passos pequenos mas seguros, tem procurado internacionalizar o seu trabalho, actuando em países como Espanha, Itália, Irlanda, Inglaterra, Argentina, Chile, Uruguai, Grécia ou França, mas é em casa, na sua Lisboa, no seu Bairro, que Raquel Tavares gosta de cantar. No dia 15 de Dezembro, vai ser possível ouvir Raquel Tavares, no palco do Fórum Municipal de Lisboa, por volta das 21:30h, onde nos conduzirá pelos becos e vielas do seu “Bairro”. A acompanhá-la, os mesmos vizinhos de sempre – Guilherme Banza, na guitarra portuguesa, Fernando Araújo, no baixo, e Marco Oliveira, na viola de fado. Para este espectáculo, Raquel Tavares está a preparar muito mais novidades do que aquelas com que nos presenteou em Maio, no Teatro da Trindade. Quem não se recorda da surpresa que foi nessa noite, ver a Fadista cantar e tocar à Guitarra Portuguesa o tema “Ardinita”? No dia 15 de Dezembro, Raquel Tavares vai conduzir-nos pelos becos e vielas do seu “Bairro”, mas um bairro totalmente diferente daquele que visitámos em Maio. A componente cénica do espectáculo vai ser levada ainda mais longe do que então, mas essa experiência vai ficar guardada apenas na memória de quem "reservar mesa”! Os bilhetes para o espectáculo de Raquel Tavares, no dia 15 de Dezembro, no Fórum Municipal de Lisboa, estão à venda nos locais habituais. Preço dos bilhetes: Plateia: 20€ 1º Balcão: 15€ 2º Balcão: 10€

16-11-2008

Novo álbum de Katia Guerreiro revela maior aposta na interpretação

Katia Guerreiro lança na próxima semana um novo álbum,"Fado", em que aposta mais na interpretação, abre o leque de criadores e assume pela primeira vez a produção. "Atirei-me sobretudo para a interpretação que nos outros discos se nota que estava mais contida, mais cuidadosa. Arrisquei muito na interpretação, mas todos os fados tradicionais e a poesia que escolhi me ajudaram a encontrar esse nível de desprendimento com o rigor técnico". O álbum, editado pela Sony Music, abre com quadras de Florbela Espanca a que se juntou um refrão de Carlos Ramos, interpretado no Fado das Horas de Maria Teresa de Noronha. "Há muito tempo que queria cantar o Fado das Horas, que, dos tradicionais, é o mais alegre e foi uma ideia brilhante do João Mário Veiga [viola]", explicou a fadista. O tema intitula-se "Fado dos olhos" e é o primeiro de um conjunto de 14 temas, um deles de sua autoria, "A voz da poesia", com música de Rui Veloso. Não é a primeira vez que Katia se assume como autora. Já no seu segundo álbum, "Nas mãos do fado", assinou "Meu principezinho". Katia Guerreiro contou à Lusa a história deste tema: "Foi composto há pouco mais de um ano, numa tarde chuvosa e cinzenta em Cherburgo [França], e depois saiu ao correr da pena". Escolheu Rui Veloso por o poema se inspirar "de certa forma numa outra canção" do compositor e intérprete, amigo da fadista, "lá de casa", e que no início da carreira lhe disse: "Katia isto é muito a sério e eu quero ver-te uma dia ser grande". Dos poetas escolhidos, além de nomes habituais como Paulo Valentim, seu guitarrista, João Mário Veiga, e Rodrigo Serrão, seu contrabaixista, surge a descoberta de Fernando Tavares Rodrigues. Uma homenagem que faz a um poeta já falecido "e injustamente desconhecido". Sendo a primeira vez que a sua poesia é interpretada em fado, Katia Guerreiro prometeu "voltar à obra do Fernando em próximos álbuns". De sua autoria Katia interpreta "Ponham flores na mesa" e "Mundo", respectivamente, no Fado Tango de Joaquim Campos e no Fado Esmeraldinha, de Júlio Proença, dois outros fados tradicionais que a artista "há muito queria cantar". Relativamente aos fados tradicionais, Katia Guerreiro sublinhou à Lusa que escolhe aqueles com que se identifica, uma questão importante porque a fadista se diz "mais à vontade" quando canta melodias compostas para a sua voz por compositores que já a conhecem. Da habitual "equipa criadora", neste álbum consta também Maria Luísa Baptista que acompanha a fadista desde o primeiro álbum, "Fado maior", e que desta vez assina "Casa da colina" com música de Rodrigo Serrão. As histórias deste álbum são muitas, feitas de "encontros", "coincidências", mas também de "reflexão". "Muitos temas agora incluídos esperaram o seu tempo de maturação, que chegasse o ponto em que como intérprete achei que era a altura", afirmou. "Lírio roxo", de António Gedeão, que interpreta no Fado Vianinha de Francisco Viana, foi um deles. Dos 14 temas, entre os quais "Lisboa", de Charles Aznavour, Katia escolheu três preferidos: "Ponham flores na mesa", "Pranto de amor ausente" (Paulo Valentim) e "Eu queria cantar-te um fado" (António de Sousa Freitas/Franklin Godinho). Este Fado Franklin de sextilhas "foi o ponto de partida para este disco e é o bocadinho de Amália na minha inspiração", assinalou ainda. NL/Lusa

Abertas inscrições para concurso de fado amador “Cidade de Portimão”

Já estão abertas as inscrições para a oitava edição do concurso de fado amador "Cidade de Portimão", cujas eliminatórias começam a 23 de Novembro e vão apurar os finalistas para a final no dia 13 de Dezembro, no Teatro Municipal com a fadista Joana Amendoeira como convidada. Em cada eliminatória vão ser apurados os dois melhores classificados de cada vertente. Os espectáculos, marcados para as 16 horas e com entrada livre, vão ter lugar nas seguintes datas e locais: 23 de Novembro - Sporting Glória ou Morte Portimonense, 30 de Novembro - Sociedade Recreativa Figueirense e 7 de Dezembro - Centro Comunitário de Alvor. O concurso é aberto a todos os concorrentes, em duas vertentes etárias, nomeadamente até aos 25 anos (inclusive) e com idade superior a 25 anos. Nas eliminatórias, o primeiro classificado recebe 100 euros e o segundo, 75 euros. O vencedor absoluto ganhará 750 euros, enquanto o segundo será premiado com 500 euros e o terceiro, com 250 euros. Os interessados devem promover a sua inscrição junto da Divisão de Acção Cultural da Câmara de Portimão, podendo consultar o regulamento em www.cm-portimao.pt ou contactar o telefone 282 480 492.

"Recado" de Jona Costa

‘Recado' de Joana Costa é a materialização de um sonho em busca do Fado. E é sob a forma de um recado que Joana chega até nós. O single, com o mesmo nome, tem as palavras de António Lobo Antunes. Ela torna-as ainda mais nobres, cantando-as. Natural do Ribatejo, demonstrou cedo o interesse pela música, aos 9 anos participou na gravação de um disco e aos 16 já mostrava o que valia numa revista à portuguesa. O fado está-lhe na alma e isso vê-se, ou melhor, ouve-se. Gravado no Porto e co-produzido pelo quarteto e por Francisco Maldonado, este disco nasceu de uma recriação de uma noite de fados, onde cada poema foi cantado como se fosse a última vez. É um privilégio para quem dá voz a poemas de António Lobo Antunes, Tiago Torres da Silva, António Torre da Guia, Pedro Homem de Mello, Ferrer Trindade, Fernando Perez e Carlos Ary dos Santos, entre outros. Além dos três temas inéditos, podemos encontrar ‘Lisboa Garrida', ‘Meu Corpo' e ‘Sou um Fado Desta Idade', sucessos da fadista Beatriz da Conceição que sempre foi uma grande fonte de inspiração para Joana Costa.

Fado com pronúncia Croata

Jelena Radan enamorou-se do fado em 2000 ao ouvir um disco de Mísia. Como se tivesse encontrado um tesouro perdido, a cantora croata dedicou-se de corpo e alma ao fado e já tem dois discos gravados em português. Na semana passada cantou em Nova Iorque. Aprendeu fado de ouvido. Com a ajuda da Net e dos discos Na primeira vez que ouviu fado sentiu "uma urgente necessidade de ouvir muitas e muitas vezes". Foi nos bastidores de um concerto em Split no ano 2000, onde fazia os coros de Goran Karan, um popular cantor croata influenciado pela música tradicional da Dalmácia. "Queria ficar sozinha e ouvir. Simplesmente ouvir. Sentia que tinha descoberto um tesouro perdido e queria escondê-lo." Tratava-se do disco Garras dos Sentidos, de Mísia, e o tema que "nunca" esquecerá chama-se "Dança de mágoas", em que Mísia canta Fernando Pessoa: "Como inútil taça cheia/que ninguém ergue da mesa/transborda de dor alheia/meu coração sem tristeza." Cantora profissional, o fado surgiu na sua vida como paixão íntima: "Nunca pensei que alguém pudesse estar interessado em ouvir-me cantar o fado. Era para mim um prazer, mais do que qualquer outra coisa." Até que no Verão de 2005 decidiu começar a ensaiar com a sua banda, porque sentia necessidade de "expressar" os seus sentimentos através do fado, transformando-o "num caminho musical e profissional paralelo". "Quando ouvi Amália Rodrigues penso que já estava pronta para esta aventura. Senti um enorme respeito. Havia nela qualquer coisa de nobre", explicou Jelena Radan, respondendo às nossas perguntas enviadas pela Internet. Começou a cantar pop-rock profissionalmente aos 18 anos, depois de ter passado por uma banda adolescente. Fez coros, andou quatro anos a fazer musicais e cantou temas em inglês com uma banda chamada Meritas (no youtube.com pode encontrar-se uma versão de "When Tomorrow Comes" dos Eurythmics). Ninguém na família tem qualquer ligação com Portugal ou o fado e Jelena garante que a mãe ficou tão surpreendida quanto ela com os seus primeiros concertos em português. Estudou fado de ouvido, primeiro. Sozinha com a ajuda da Internet e com os muitos dis-cos que foi comprando. Recebeu conselhos de amigos que lhe deram CD, filmes, livros e, finalmente, estabeleceu uma parceria com Dean Trdak, tradutor e professor de Português (que traduziu, entre outros, José Luís Peixoto para croata) com quem está a estudar não só a língua, como também a cultura, a música e a história de Portugal. "Encontramo-nos duas vezes por semana durante quatro horas e trabalhamos na pronúncia, na gramática, nas canções, nos intérpretes... Vou percebendo as letras, estudando o significa-do dos versos em longas discussões com o Dean", contou a cantora. No princípio, o gosto de Jelena pelo fado parecia algo excêntrico aos ouvidos dos croatas, hoje o caso parece ter mudado de figura. "Fiquei muito surpreendida ao ver tanta gente interessada em ouvir fado", embora, acrescente, haja ainda muita gente que "nunca ouviu falar" deste género musical tão português. Cantou um pouco por toda a Croácia e agora está a planear fazer alguns concertos nos países limítrofes. Aproveitando a sua passagem pelos Estados Unidos, para uma tournée com o grupo Meritas, Jelena foi convidada para dar um concerto de fado numa galeria de arte de Brooklyn, em Nova Iorque. "Foi muito íntimo, caloroso e estava a chover, como em 80 por cento dos meus concertos. Havia americanos, croatas e portugueses na assistência. Um casal português veio ter comigo depois para me congratular e perguntei-lhe: 'Compreendeu tudo?' Ao que me respondeu: 'Sim, sim, talvez pudesse ter pronunciado melhor algumas coisas. Mas, Jelena, a música da sua voz e a forma como interpreta as canções, isso, sim, é que é importante. Não me interessa de onde é...' Naquela noite, Beledo, guitarrista uruguaio, e eu, uma rapariga croata, interpretámos fado..." DN

03-11-2008

“Tudo Isto é Fado”, com Luísa Rocha

A essência do fado, na voz e presença de uma das mais bonitas jovens da actualidade: beleza interior, interpretativa, beleza de carácter e forma de estar e ser. Conheça aqui Luísa Rocha:

Download tudo_isto_fado_com_luisa_rocha.pdf

E ouça aqui: - Fado Gingão:

Download luisa_rocha_fado_gingo1.mp3

- Não vale a pena:

Download luisa_rocha_no_vale_a_pena1.mp3

29-10-2008

O quadro "O Fado" de José Malhoa está no epicentro de uma polémica entre dois museus da Câmara Municipal de Lisboa

Jose_Malhoa_Fado A tela, que pertence ao espólio do Museu da Cidade, está agora no Museu do Fado, um espaço que foi, recentemente reaberto e reformulado.
O quadro foi emprestado apenas até Janeiro ao Museu do Fado mas, na sala do Museu da Cidade onde estava a tela, é possível ler uma placa que indica que a obra está para restauro. No entanto, o mesmo Museu confirma que, afinal, emprestou o quadro ao Museu do Fado, onde ele agora figura numa sala especialmente concebida para o receber.
O empréstimo deste Malhoa, pertença do espólio municipal, está, assim, a gerar polémica entre os dois museus da câmara. O do Fado, agora reestruturado, preparou-se para receber "O Fado" por um longo período. A directora do Museu do Fado, Sara Pereira, já confirmou à Renascença que quer renegociar o empréstimo: “Eu espero que este ‘temporariamente’ seja renegociado e vamos fazer por isso.
Não faz muito sentido, depois de um investimento destes, que a peça fique aqui por tão pouco tempo”. Por sua vez, o Museu da Cidade, que não quis gravar declarações, alega que o quadro é um ícone do seu espólio, por isso apenas o empresta a um museu também da autarquia e por tempo limitado.
O musicólogo Rui Vieira Nery, que ajudou a conceber o renovado museu do Fado, considera que o quadro deveria mesmo mudar de casa, porque “tanto é Património Municipal no Museu da Cidade como aqui. As condições de segurança são idênticas, se é que não são melhores no Museu do Fado. Portanto, faz muito mais sentido tê-lo envolvido neste contexto do que perdido num canto do Museu da Cidade”.
HM/Maria João Costa

27-10-2008

Ana Moura distinguida com o Prémio Internacional da Portuguese American Leadership Council Association

A fadista Ana Moura foi distinguida com o Prémio Internacional da Portuguese American Leadership Council Association, recebendo-o dia 1 de Novembro na gala anual da associação, no New City Hall de San José (Califórnia). Em anteriores edições, este galardão, atribuído pela maior associação portuguesa nos Estados Unidos, distinguiu o presidente do Governo Regional dos Açores, Carlos César, a basquetebolista Ticha Penicheiro e a cantora pop Nelly Furtado. Ainda este mês, a fadista irá participar nas apresentações do álbum "Stones World: Rolling Stones World Music Project", projecto do saxofonista Tim Ries, no qual interpretou as canções "No Expectations" e "Brown sugar". Actuará no The Jazz Standard, em Nova Iorque, dias 28, 29 e 30 de Outubro, e no Yoshi's de São Francisco (Califórnia) dia 02 de Novembro, partilhando o palco com Bernard Fowler (voz), Michael Davis (trombone), Adam Rogers (guitarra), Darryl Jones (baixo), Jeff "Tain" Watts (bateria) e Tim Ries (saxofone). Ana Moura começou a cantar o fado "por brincadeira", por influência de Amália Rodrigues e Dulce Pontes. Cantava aos domingos num bar próximo de sua casa. Em finais de 2000, começou a cantar na casa de fados Senhor Vinho, de Maria da Fé e José Luís Gordo, em Lisboa, onde conheceu o músico Jorge Fernando. Com três álbuns editados - o último, "Para além da saudade", é já duplo platina - Ana Moura foi este ano distinguida com o Prémio Amália Rodrigues para a Melhor Intérprete. NL. - Lusa/Fim - 21.10.2008

19-10-2008

Portal do Fado

Secção de letras de Fado O Portal do Fado disponibiliza a partir de agora uma secção de letras de Fado. Como ainda estamos a fazê-la crescer, pedimos a colaboração dos nossos visitantes para irem enviando as letras de que dispôem. Para isso basta clicar em ENVIAR LETRA e preencher o formulário. Para visitarem a nova secção basta clicar AQUI ou ir a MULTIMEDIA e depois LETRAS DE FADOS no Menu Principal.

"Fado... esse malandro vadio" com Teresa Tarouca estreia dia 30 no Estoril

O musical "Fado… esse malandro vadio!" de João Núncio estreia dia 30 no teatro-auditório do Casino Estoril, com a participação especial de Teresa Tarouca. "A escolha de um musical sublinha o espaço multifacetado que o teatro-auditório é, especialmente depois de ter tido, em Março, significativos melhoramentos, quer ao nível técnico, quer no tocante ao conforto para os espectadores, que dotaram o espaço das condições necessárias ao reforço da sua polivalência, designadamente para exibição cinematográfica", disse à Lusa fonte do Casino. "O musical surge como pontual na nossa programação, aliás será interrompida a apresentação da peça de 14 a 22 de Novembro, durante o II Estoril Film Festival, cujo palco principal será o Casino", acrescentou a mesma fonte. Em declarações à Lusa, o autor explicou que propõe aos espectadores "uma visita às memórias fadistas que têm marcado diversas gerações". "Procuramos contar a história do fado, a sua ligação aos bairros de Lisboa, a temática amorosa que é uma constante nos fados, etc.", disse João Núncio que se estreia como autor de musicais. Núncio tem tido experiências amadoras em Évora e, mais recentemente em Alcácer do Sal, além de ter colaborado durante cinco anos com o encenador Filipe la Feria no musical "Amália". "Foi uma grande escola e abalancei-me a construir um musical fadista que fale do próprio fado", disse. Além de Teresa Tarouca, fadista há algum tempo afastada das lides artísticas, o elenco inclui o actor Carlos Veríssimo "que faz a ligação entre o público e o que se passa no palco" e ainda os fadistas Francisco Sobral, Rui Neiva Correia, e as actrizes/cantoras Filipa Baptista, e Maria Sampaio. "Os artistas assumem a dupla função de serem actores e fadistas, recriando teatralmente cada uma das composições", referiu. Os músicos serão José Ibérico Nogueira, ao piano, Miguel Monteiro, na viola de fado, João Núncio, na guitarra portuguesa, e Frederico Gato, na viola baixo. Núncio sublinhou à Lusa o "formato descontraído" em que é interpretado o musical de cerca de duas horas. "Fado… Esse Malandro Vadio!" é um verso de Frederico de Brito do fado "Biografia do fado" que Carlos Ramos criou, e que serviu de inspiração a João Núncio. A encenação é de Francisco Horta, cenografia de Tatiana Barahona Núncio e Carlos Veríssimo, e a direcção de cena de Maria Luiza Barradas. NL.- LUSA - 11.10.2008

Fados vindos de Goa

SONIA_SHIRSAT1 LUÍS FILIPE RODRIGUES Sónia Shirsat é uma fadista indiana que actuou em Lisboa há cerca de uma semana. Apesar de admirar algumas vozes da nova geração, tem em Amália uma das suas principais influências Há cerca de uma semana, uma jovem fadista chamada Sónia actuou pela primeira vez no Museu do Oriente. Algo perfeitamente normal, não fosse o facto de o seu apelido ser Shirsat, um nome pouco habitual por estes lados, mas relativamente banal na região de Goa, na Índia, onde nasceu. O facto de uma jovem indiana vir a Lisboa cantar o fado pode causar algum espanto, e terá certamente ajudado a esgotar o anfiteatro colado ao Tejo, mas a canção de Lisboa tem uma vasta tradição na antiga capital da antiga Índia portuguesa. "Em Goa há muita gente que canta o fado, principalmente na geração da minha mãe", explica, em inglês. "Não o fazem profissionalmente, é mais em casa ou em pequenas festas. Deve ser por isso que comecei a gostar, mas só o comecei a cantar há cinco anos." Apesar de perceber aquilo que canta, Sónia Shirsat ainda não se sente à vontade para falar em português. Quando começou a cantar, por outro lado, não percebia sequer o idioma. "O primeiro fado que cantei foi Triste Sina, da Amália. Na altura não sabia uma única palavra em português". Foi a mãe que teve de traduzir a canção para inglês, para ela compreender aquilo que estava a cantar. "Tive a sorte de a minha mãe ser professora de Português", admite. O tema de Amália não foi, porém, a primeira experiência portuguesa da fadista. "Foi O Pastor, dos Madredeus", revela. "Ajudou-me a ganhar uma competição de música portuguesa, em Goa. Foi aí que perceberam que cantava em português e me obrigaram a aprender o fado", brinca. E, não obstante dever muito ao projecto de Pedro Ayres de Magalhães, admite que "nunca os tinha ouvido antes de preencher o formulário de inscrição". Apesar de ter chegado ao fado quase por acidente, hoje Sónia toca "pelo menos uma vez por mês" no seu país natal. As referências são as mais óbvias, indo desde Amália até à nova geração de Mariza ou Ana Moura. De momento, porém, a sua grande paixão é Raquel Tavares, que "adora". Ao nível dos principais fadistas portugueses, Sónia revela ainda um certo desconhecimento. "Não ouvi quase nada de Carlos do Carmo, nem sequer de [Alfredo] Marceneiro". "Em Goa, 99% dos fados que chegam continuam a ser da Amália. Só agora é que começamos a ouvir os novos fadistas, e mesmo alguns mais antigos", revela. Este não é o único sinal de uma possível mudança. "O António Chainho fez um workshop na Índia e alguns músicos aprenderam a tocar guitarra portuguesa. Já há três pessoas no país que dominam o instrumento. Duas delas estão em Goa e uma toca no meu grupo." Refere-se aos Fado Goa, a banda que ocasionalmente a acompanha ao vivo. Sónia também empresta a voz a outro projecto, os Status 4. "Cantamos muitos temas ingleses, como The Carpenters e outros grupos rock, também alguma Céline Dion e Shania Twain, por exemplo. E, claro, temas de Bollywood. Isso não pode mesmo faltar."

07-10-2008

MUNDO FADO - SÓNIA SHIRSAT

Sonia_shirsat
10 Outubro
AUDITÓRIO
21:30
SÓNIA SHISHAT (VOZ), EDUARDO RODRIGUES (GUITARRA PORTUGUESA), TIAGO OLIVEIRA (VIOLA DE FADO). CONVIDADOS: ANTÓNIO CHAINHO (GUITARRA PORTUGUESA), MANUEL LEÃO (SITAR), GRUPO EKVAT (VOZES E DANÇA)

MUNDO FADO – SÓNIA SHIRSATO Museu do Oriente acolhe, pela primeira vez em Portugal, Sónia Shirsat, a melhor fadista da Índia e o seu espectáculo Mundo Fado.
O espectáculo com um repertório que inclui, para além de fado, música indiana e goesa, conta com a participação especial de António Chainho, na guitarra portuguesa e Manuel Leão, na sitar.
Sónia Shirsat faz-se ainda acompanhar por Eduardo Rodrigues, na guitarra Portuguesa e Tiago Oliveira, na viola de fado. O espectáculo, que celebra as várias influências musicais de Sónia, conta ainda com a participação do grupo EKVAT nos coros e dança.
Sónia Shirsat, uma voz do Oriente com alma portuguesa, é mais uma prova de que o fado não tem fronteiras. Nascida em Goa, começa a cantar em público aos 7 anos mas o fado, presente na sua família há mais de duas gerações, sempre exerceu nela uma enorme influência.
Em 2003, a convite da Fundação Oriente, apresenta-se pela primeira vez em público para cantar fado e, desde então, nunca mais parou. Mais tarde, teve a oportunidade de se apresentar ao lado de António Chainho, que cedo percebeu a sua enorme vocação.
O seu palco habitual é o Hotel Cidade de Goa, em Pangim.
PREÇO: € 5,00
M/6
DURAÇÃO APROX: 1 hora
Produção: Fundação Oriente/Ghude

06-10-2008

Marcela Ortiz Aznar

Marcela_aznar
Entre no mundo da POÉTICA SAUDADE FADO BELEM: fado feito por mãos mexicanas.
Conheça em:
http://www.geocities.com/maoraz2001/psfb.html

02-10-2008

Espectáculos de MARIZA em Outubro

T E R R A T O U R O C T O B E R
6 Oct. Bozar, Brussels - Belgium
10 Oct. Konsert & Kongress, Uppsala - Sweden
11 Oct. Finland Hall, Helsinki - Finland
12 Oct. Tampere Hall, Tampere - Finland
17 Oct. Gondomar - Portugal
18 Oct. Guimarães - Portugal
21 Oct. Koninklijk Theater Carre, Amsterdam - Netherlands
22 Oct. Philharmonie, Luxembourg - Luxembourg
24 Oct. Bulgaria Hall, Sofia - Bulgaria
25 Oct. Muziekcentrum Frits Philips, Eindhoven - Netherlands
27 Oct. Theatre du Leman, Geneva - Switzerland
28 Oct. Gewandhaus, Leipzig - Germany
30 Oct. Philharmonie, Cologne - Germany

19-09-2008

Fados na 3ª Geração

Blogue que pretende reviver os fados e as marchas do Maestro e Compositor Raúl Ferrão!
Veja em:
http://www.fadosgeracao.blogspot.com/

Pedro Jóia distinguido com o Prémio Carlos Paredes

Pedro_joia_a_espera_de_armandinho
O álbum "À Espera de Armandinho", lançado pela HM Música, em Junho de 2007, foi o escolhido para receber o Prémio Carlos Paredes, na sua edição de 2008. Ao prémio, instituído pela Câmara Municipal de Vila Franca de Xira, e com uma dotação pecuniária de 2.500 euros (só ?!), concorreram cinco trabalhos, que foram apreciados por um júri constituído pelo poeta (e ex-cantor) José Jorge Letria, o pianista e maestro Pedro Osório (ambos membros da actual direcção da Sociedade Portuguesa de Autores), o crítico musical Ruben de Carvalho e o compositor e músico Pedro Campos. «Este é um prémio que me satisfaz muito e reconforta", afirmou Pedro jóia à Lusa. E eu permito-me presumir que a sua satisfação seja redobrada em virtude do patrono do prémio ser Carlos Paredes, a quem devota uma grande admiração e já por si homenageado no álbum "Variações Sobre Carlos Paredes" (BMG, 2001). O autor destas linhas, no texto Grandes discos da música portuguesa: editados em 2007, já havia destacado o álbum de Pedro Jóia, feito em torno de composições de Armandinho, justamente por se revelar um dos registos discográficos mais notáveis e sublimes da colheita de 2007. Está pois de parabéns o júri pela sábia e esclarecida decisão e sobretudo o músico Pedro Jóia por ver reconhecido o seu magistral trabalho. Trabalho esse que, no entanto, ainda não alcançou a visibilidade que merecia e muito por culpa da rádio portuguesa cujos fazedores de playlists e directores de programação têm votado a um ostracismo escandaloso e perfeitamente criminoso a nossa música instrumental (e não só). Seria expectável que na rádio pública, em especial na Antena 1, a atitude fosse diferente mas a verdade é que as "ilustradíssimas" cabeças que lá reinam entendem que o álbum agora premiado não é merecedor de figurar na playlist. Bem, mas sobre este e outros aspectos da vergonha playlist do principal canal da rádio do Estado terei oportunidade de me pronunciar muito em breve.
À falta da desejada divulgação radiofónica, quem quiser ouvir algumas músicas de "À Espera de Armandinho" pode fazê-lo na página de Pedro Jóia no My Space: http://www.myspace.com/pedrojoia
In http://nossaradio.blogspot.com/2008/09/pedro-jia-distinguido-com-o-prmio.html

17-09-2008

COIMBRA cantada por ROBERTO CARLOS

Roberto Carlos canta Coimbra em Abril de 1966, numa gravação da RTP:
Veja e ouça em:
Download Roberto.wmv

13-09-2008

Contributo para a biografia de Corina Freire

Corinfre_2
Dear Sir,
As the heir of the French singer Jean Sablon, I would like to let you know an information regarding the biography of Corina Freire: when Jean Sablon sang for the opening of his first one man show (February 7, 1934), Corina Freire was on the stage with him, in front of a prestigious audience (Mistinguett, Damia, Jean-Pierre Aumont, Picasso, Honegger, Cecile Sorel, Darius Milhaud etc.). The show happened in "Le Rococo" (owned by Louis Moyses, who owned also the "Boeuf-sur-le-Toit") and was prestented by Jean Cocteau!
I hope that it will contribute a little to your wonderful site. Thank you!
Sincerely yours,
Philippe Jadin
Tradução:
Caro Senhor
Como herdeiro de cantor francês Jean Sablon, gostaria de dar-lhe a conhecer uma informação referente à biografia de Corina Freire: quando Jean Sablon cantou para a abertura do seu primeiro "one man show"(7 de Fevereiro de 1934) Corina Freire estava no palco com ele, frente a uma prestigiosa audiência (Mistinguett, Damia, Jean-Pierre Aumont, Picasso, Honegger, Cecile Sorel, Darius Milhaud etc.). O show aconteceu no "Le Rococo"( pertença de Louis Moyses, que também possuía o "Boeuf-sur-le-Toit") e foi apresentado por Jean Cocteau!
Espero que esta informação contribua um pouco para o seu maravilhoso site. Obrigado!
Philippe Jadin
NOTA:
Grato pela informação e pelas palavras.
Fernando Gil
RADIO FADO DE PORTUGAL

11-09-2008

Cantora portuguesa Mariza é nomeada para Grammy

Cantora portuguesa Mariza é nomeada para Grammy
Pelo segundo ano consecutivo Mariza é nomeada para os prêmios considerados distinção maior na área da música.
A Latin Academy of Recording Arts & Sciences apresentou a lista de nomeados para a 9ª edição dos Latin Grammy awards, entre os quais se encontra “Terra” de Mariza.
A artista portuguesa está nomeada na categoria de álbuns tradicionais - melhor disco folk.
Entre os nomeados deste ano encontram-se Damaris com “Mil Caminos”, Perú Negro – “ Zamba Malató”, “20 Êxitos” de Walter Silva e Cholo Valderrama com “Caballo”.
“Terra” foi editado em Portugal no passado dia 30 de junho. Desde então, lidera o top nacional de vendas português.
“Terra”, o quarto disco de estúdio da fadista, foi gravado entre Lisboa e Madri com a produção a cargo de Javier Limón, um dos mais conceituados produtores da atualidade.
Pelos estúdios da Casa Limón já passaram nomes como Bebo Y Cigala , Buika, Luz Casal, Paco de Lucia, Enrique Morente ou Carlinhos Brown.
Em “Terra”, Mariza canta poetas como Florbela Espanca, David Mourão Ferreira , Max, Ary dos Santos, Carlos Tê ou Pedro Homem de Mello.
Participam também em “Terra” nomes como Concha Buika – também ela nomeada nos Latin Grammys para Melhor Álbum com “Niña de Fuego” , Dominic Miller (Sting) ou o cabo-verdiano Tito Paris.
PORTUGAL DIGITAL - 11.09.2008

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