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Posted on 21/08/2019 at 18:07 in Ambiente - Ecologia - Calamidades, Documentários vídeo, Turismo - Parques Caça - Aviação | Permalink | Comments (0)
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No verão passado, pouco depois de lançar um pacote pioneiro de 14 cães selvagens africanos no Parque Nacional da Gorongosa em Moçambique como parte de um ambicioso esforço de restauração da vida selvagem.
Durante a guerra civil de Moçambique, que terminou em meados da década de 1990, a vida selvagem abundante da Gorongosa foi quase completamente destruída. Desde então, o parque têm- se recuperado constantemente, auxiliado por uma parceria incomum entre o governo de Moçambique e o rico filantropo americano Gregory Carr, juntamente com informações de comunidades locais, equipes internacionais de cientistas, conservacionistas, defensores dos direitos humanos.
Os herbívoros foram os primeiros a recuperar na Gorongosa pós-conflito, e hoje o parque pulsa com mais de 100.000 deles: gnu azul, búfalo, impala, hipopótamo, mangusto, rebanho, elefante, elã, nyala, oribi, o mato desordenadamente peludo. Para tal, a reintrodução bem-sucedida em Gorongosa de cães selvagens africanos ressalta a posição do parque como um dos pontos brilhantes em um cenário sombrio das florestas que se encolhem e na aceleração da perda de animais grandes e carismáticos, com o azar de não ser nossos animais de estimação.
No entanto, os cães selvagens estavam intocados e, este ano, depois de migrarem para um setor menos sinuoso do milhão de hectares da Gorongosa, compensaram o tempo perdido.
Já, Paola Bouley,especialista em carnívoras no Parque Nacional da Gorongosa foi ver o que em nome de Canis major poderia ter acontecido aos cães selvagens e aos Filhotes.
Bouley comentou ainda que, os leões do parque se saíram bem e, dos poucos que restaram depois da guerra, o número hoje é de 146 e está aumentando. "Estamos pressionando para transcolar algumas fêmeas de áreas periféricas para o centro do parque. Isso deve atrair outros machos e impulsionar a população de leopardos.
Temos filhotes em todos os lugares. É difícil acompanhá-los" frisou Bouley. Por sua vez, Cole du Plessis, coordenador do programa de expansão de cães selvagens do Endangered Wildlife Trust, disse que é incrivelmente excitante, e que no início do ano passado não havia cães selvagens na Gorongosa e agora “estamos a aproximar-nos dos 50".
Os pesquisadores vêem na Gorongosa a chance de rastrear a recuperação de um ecossistema complexo a partir do zero, e ver o que vai se curar sozinho e o que requer intervenção. Cães selvagens, que também são conhecidos como lobos pintados, não são como os outros cães. De acordo com uma análise genómica recente, eles se separaram do resto da linhagem de canídeos há cerca de 1,7 milhão.
Beira pode ser grato pelo poder extra que vem em Setembro, quando outro grupo de 22 cães ser transferido para a Gorongosa do Kalahari.
VISÃO – 09.08.2019
Posted on 09/08/2019 at 17:16 in Ambiente - Ecologia - Calamidades, Turismo - Parques Caça - Aviação | Permalink | Comments (0)
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Por incumprimento de investimentos turísticos acordados em 2006 o Governo decidiu anular a Escritura Pública que “adjudica 100 por cento do património do Hotel Santa Carolina a favor da Echo Delta Holding Limited”. Em entrevista ao @Verdade o ministro da Cultura e Turismo, Silva Dunduro, avisou que “haverá mais anulações porque existe muita terra ociosa que foi entregue a gente que não está a fazer absolutamente nada”.
Quem conhece as suas areias brancas e imaculadas, a água cristalina que deixa ver os seus belíssimos corais confirma que o apelido de ilha do paraíso, que remonta aos ano 70, não é propaganda turística da mais pequena ilha do arquipélago de Bazaruto que tem 3 quilómetros de comprimento por 500 metros de largura.
Desde 1973 não é possível pernoitar na Ilha de Santa Carolina pois o hotel que ali funcionou desde os ano 50 com 100 quartos deixou de funcionar e tornou-se numa ruína, tal como a pista de aterragem e a capela adjacentes.
Em 2006, muito antes do Turismo ser a prioridade dos políticos para o desenvolvimento de Moçambique, o Governo de Armando Guebuza concessionou ao Grupo Echo Delta Holding Limited, de origem britânica e registado nas Ilhas de Man, as ruínas existentes na Ilha de Santa Carolina, o Hotel de Dona Ana, também sem funcionar no Município de Vilankulo, o complexo turístico de Magaruque também no Arquipélago de Bazaruto, e os hotéis Dom Carlos e Estoril, na cidade da Beira.
Posted on 08/08/2019 at 16:45 in Ambiente - Ecologia - Calamidades, Turismo - Parques Caça - Aviação | Permalink | Comments (0)
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A Polícia da República de Moçambique (PRM) deteve, semana finda, no distrito de Báruè, na província de Manica, dois cidadãos supostamente de naturalidade cambodjana na posse de 10 pontas de marfim.
Segundo consta de um comunicado de imprensa recebido na nossa redacção, nesta terça-feira (06 de Julho), os supostos traficantes de troféus de animais foram detios em flagrante delito. Um deles chama-se S. Deh, de 37 anos e o outro M. Deioulbe, de 48 anos de idade.
De acordo com a PRM, os cidadãos em causa encontravam-se em vias de saída, quando foram surpreendidos, detidos e, posteriormente, apreendidos os recursos em causa. De referir que foi em Cambodja, no porto de Phnom Penh, que no passado dia 13 de Dezembro de 2018 foram apreendidos 1.026 dentes de elefantes que, segundo apurámos, na altura, foram roubados do Armazém das autoridades que gearem troféus de animais oriundos de caça ilegal, em Lichinga, na província do Niassa. (Omardine Omar)
Posted on 07/08/2019 at 11:34 in Ambiente - Ecologia - Calamidades, Justiça - Polícia - Tribunais, Turismo - Parques Caça - Aviação | Permalink | Comments (0)
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As autoridades turcas confiscaram 1,2 toneladas de escamas de pangolim no aeroporto de Istambul, anunciou hoje o Ministério do Comércio turco através da sua página na web.
A remessa, que provavelmente iria ser enviada para o mercado asiático, estava declarada como “ossos”, mas devido às suspeitas de que o conteúdo dentro das embalagens poderia ser de animais protegidos, os agentes da alfândega abriram a caixa e descobriram vários pacotes com escamas de pangolim.
Estima-se que o valor das escamas alcançaria os 8,5 milhões de liras (1,3 milhões de euros) no mercado turco e poderia chegar aos três milhões de dólares (2,7 milhões de euros) no mercado asiático, de acordo com a nota do Ministério turco.
O pangolim é um mamífero coberto de escamas, alimenta-se de formigas e habita em vários países da Ásia, desde a China até à Indonésia, assim como em África — desde a Guiné até à África do Sul.
Segundo a denúncia da União Internacional para Conservação da Natureza, das oito espécies conhecidas, as quatro asiáticas estão em perigo ou criticamente em perigo, enquanto as restantes africanas são consideradas vulneráveis.
As escamas deste animal são utilizadas na medicina tradicional asiática para todo o tipo de remédios e com a redução das populações do mamífero na Ásia, cada vez mais se exporta o pangolim proveniente de África para os mercados asiáticos, segundo a organização.
Entre 2000 e 2016, um milhão de pangolins foram vítimas do comércio ilegal, sendo o animal mais traficado do mundo.
Para uma tonelada de escamas é preciso matar-se aproximadamente 1.800 pangolins e estima-se que apenas no ano de 2017, cerca de 68 toneladas foram exportadas ilegalmente desde África.
LUSA – 29.07.2019
Posted on 29/07/2019 at 18:28 in Ambiente - Ecologia - Calamidades, Mundo, Turismo - Parques Caça - Aviação | Permalink | Comments (0)
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Cerca de 50 turistas de várias nacionalidades seguem a bordo do primeiro comboio de luxo do operador turístico sul-africano “Rovos Rail”, que partiu de Dar Es Salaam, na Tanzânia, dia 14 de Julho, com destino a Angola, no âmbito de um safari de comboio transafricano denominado “Os dois oceanos”, apurou hoje a Angop.
Com dez carruagens luxuosas apinhadas de turistas sul-africanos, norte-americanos, ingleses, suíços, holandeses, australianos e neozelandeses, o comboio vai entrar pela Zâmbia e atravessar a República Democrática do Congo, antes de chegar ao Luau, na fronteira de Angola, no próximo dia 26 deste mês.
Em declarações nesta quarta-feira à Angop, Rebeca Barreiros, coordenadora do escritório da Agência Benguela Turismo/Alive Travel, no Lobito, adiantou que os turistas embarcaram em Dar Es Salaam, acompanhados por mais 35 pessoas do staff da Rovos Rail, a principal companhia de caminhos-de-ferro de luxo em África.
Depois, a locomotiva exclusiva para turistas segue do Luau, no Moxico, com destino ao Lobito, na província de Benguela, percorrendo 1334 quilómetros na linha do Caminho-de-Ferro de Benguela (CFB).
Continue reading "PRIMEIRO COMBOIO TURÍSTICO JÁ PARTIU DE DAR ES SALAAM RUMO A ANGOLA " »
Posted on 21/07/2019 at 17:29 in Turismo - Parques Caça - Aviação, África - SADC | Permalink | Comments (0)
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A operadora portuguesa euroAtlantic airways manifestou-se ontem interessada em cooperar com as Linhas Aéreas de Moçambique (LAM) para permitir o regresso da transportadora de bandeira moçambicana ao espaço europeu, via Lisboa.
“Temos disponibilidade e interesse de cooperar com LAM neste projeto”, declarou à Lusa, em Maputo, o presidente executivo da euroAtlantic airways, Eugénio Fernandes.
O plano da LAM é retomar os voos entre Maputo e Lisboa pelo menos até março do próximo ano, mas antes disso será lançado um concurso para escolher uma operadora para cooperar com a companhia de bandeira moçambicana.
É neste contexto que uma delegação da euroAtlantic airways, integrando o presidente executivo da empresa, esteve em Maputo para manter reuniões com LAM e o Governo moçambicano.
“No encontro que tivemos com a LAM, apresentámos a nossa companhia, falámos das capacidades técnicas e das nossas vantagens competitivas. Achamos que podemos ser um bom parceiro”, afirmou Eugénio Fernandes, destacando a experiência que a companhia possui no mercado moçambicano.
Fundada em 1993 por Tomaz Metello, a euroAtlantic airways já voou para mais de 157 países, tendo aterrado em 700 aeroportos, segundo dados da companhia.
Atualmente, realiza voos regulares entre Portugal e outros dois países lusófonos - Guiné-Bissau e São Tomé e Príncipe.
LUSA – 20.07.2019
Posted on 21/07/2019 at 11:48 in Economia - Transportes - Obras Públicas - Comunicações, Portugal, Turismo - Parques Caça - Aviação | Permalink | Comments (0)
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Presidente executivo da Thai Moçambique Logística, Orlando Marques, diz que a construção de nova linha de comboio, com 639 km, permitirá interligar as restantes linhas e potenciará o transporte turístico no território moçambicano.
Além do carvão, da pasta de papel, do alumínio e do gás natural, Moçambique tem “um enorme potencial turístico não explorado”, referiu ao Jornal Económico o presidente executivo da Thai Moçambique Logística (TML), Orlando Marques, garantido que “o desenvolvimento dos transportes utilizáveis para fins turísticos permitirá fazer crescer o investimento no sector turístico moçambicano, e isso trará aos grupos empresariais portugueses excelentes oportunidades de investimento local”.
São precisamente 2,83 mil milhões de euros os montantes que vão agora ser aplicados, na zona central de Moçambique, na construção dos 639 quilómetros da linha ferroviária que separam a localidade de Chitima, perto das minas de carvão de Moatize, passando por Doa e Mutarara, até chegar à foz do rio Macuse, onde serão construídos diversos terminais portuários.
A empresa que investe neste projeto é a TML, presidida pelo português Orlando Marques, e as obras de construção ficam a cargo da Mota-Engil, que deverá sub-contratar empresas especialistas nas empreitadas que serão realizadas, entre as quais se destaca a ponte sobre o rio Zambeze, entre Moatize e Chitima.
Posted on 11/07/2019 at 12:24 in Cooperação - ONGs, Economia - Transportes - Obras Públicas - Comunicações, Turismo - Parques Caça - Aviação | Permalink | Comments (0)
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Milhares de animais, incluindo felinos, macacos, tartarugas, répteis, aves e até tubarões, foram apreendidos durante uma operação mundial contra o tráfico de animais selvagens que resultou na detenção de quase 600 suspeitos, anunciou hoje a Interpol.
Durante esta operação, coordenada em junho pela Interpol e pela Organização Mundial das Alfândegas em 109 países, a polícia deteve 582 suspeitos e apreendeu 440 presas de elefante, mais de meia tonelada de objetos de marfim, 2.550 metros cúbicos de madeira e 2.600 plantas.
No total, foram apreendidos nas mãos dos traficantes 23 primatas, 30 felinos, mais de 4.300 aves, quase 10.000 animais marinhos, incluindo corais, cavalos-marinhos, golfinhos e tubarões, perto de 10.000 tartarugas e cerca de 1.500 outros répteis.
As fotografias, divulgadas ‘online’ pela Interpol, mostram peles de crocodilo apreendidas no Reino Unido, dezenas de papagaios amontoados numa pequena gaiola na Índia, ou peixes-zebra que morreram durante o seu transporte ilegal no Brasil.
Também foi apreendida, na Nigéria, meia tonelada de escamas de pangolim, às quais a medicina tradicional chinesa atribui muitas propriedades.
A operação desmantelou vários canais de comércio ilegal ‘online’, permitindo, em particular, a detenção de 21 pessoas em Espanha e a apreensão de 1.850 aves na Itália.
Estas detenções e apreensões foram desencadeadas por uma equipa internacional de investigadores e agentes aduaneiros reunidos nas instalações da Interpol em Singapura.
Segundo a Interpol, outras detenções e processos podem ocorrer nas próximas semanas e meses.
Esta é a terceira operação desta magnitude realizada pela Interpol, depois de 2018 e 2017, com apreensões de vários milhões de dólares.
LUSA – 10.07.2019
Posted on 10/07/2019 at 20:09 in Ambiente - Ecologia - Calamidades, Economia - Transportes - Obras Públicas - Comunicações, Turismo - Parques Caça - Aviação | Permalink | Comments (0)
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Posted on 09/07/2019 at 17:52 in Ambiente - Ecologia - Calamidades, Desporto, Turismo - Parques Caça - Aviação | Permalink | Comments (0)
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O Sabie Game Park, uma reserva de caça privada na África do Sul, disponibilizou 99 búfalos para a Reserva Especial de Maputo (REM), no âmbito da restauração das áreas de conservação moçambicanas, segundo fonte oficial.
“A reintrodução do búfalo na reserva oferece uma série de vantagens, uma vez que, além de aumentar a população desta espécie, que faz parte dos icónicos `big 5´, cartão de visita em termos de turismo, vai permitir a restauração do balanço do ecossistema”, disse Miguel Gonçalves, Administrador da REM, citado no comunicado daquela entidade.
Com os novos búfalos, a reserva passa a contar com 172 búfalos, num plano que prevê aumentar a população para mais de 1000 búfalos até 2030.
LUSA – 08.07.2019
Posted on 08/07/2019 at 22:29 in Ambiente - Ecologia - Calamidades, Turismo - Parques Caça - Aviação, África - SADC | Permalink | Comments (0)
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O ministro dos Transportes e Comunicações, Carlos Mesquita, diz que a empresa Aeroportos de Moçambique está em contacto com o governo para se encontrar uma saída depois do congelamento das contas, devido a uma dívida de 820 milhões de meticais.
A crise financeira que afecta a empresa Aeroportos de Moçambique é de tirar sono…são 820 milhões de meticais só com o extinto Novo Banco e 17 mil milhões de meticais com a banca no geral. Carlos Mesquita começa por esclarecer o que diz ser exagero na abordagem desta questão.
“Há algum exagero na perspectiva de como o assunto foi abordado, dívidas existem sim e temos todos consciência da construção do Aeroporto de Nacala e outras obras. Os Aeroportos não estão a ter receitas como previam”, explicou Mesquita.
Posto isto, convém esclarecer que o tempo urge, porque a comissão liquidatária do extinto Nosso Banco exige o pagamento da dívida em menos de um ano. Um verdadeiro aperto, para uma empresa que até teve que recorrer a outro empréstimo bancário para pagar salários no dia 20 de Junho corrente. Mesquita diz que o assunto está a merecer análise do governo.
Posted on 30/06/2019 at 17:44 in Economia - Transportes - Obras Públicas - Comunicações, Opinião, Turismo - Parques Caça - Aviação | Permalink | Comments (0)
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O CIP garante que a má gestão e a interferência política são dois fatores para o buraco nas finanças da empresa pública Aeroportos de Moçambique, que mesmo assim vai avançar para a construção do Aeroporto Xai-Xai.
A empresa Aeroportos de Moçambique (ADM) "é e será mais um fardo para as contas públicas” moçambicanas. O alerta é lançado pelo Centro de Integridade Pública (CIP), que aponta a má gestão e a interferência política como os principais motivos para o que diz ser uma "degradação alarmante” da ADM.
Ouça aqui
DW-Aeroportos de Moçambique Fardo para as contas públicas
Segundo o jornal moçambicano Magazine Independente, o Tribunal Judicial de Maputo congelou as contas da empresa - que já acumula uma dívida de 17 mil milhões de meticais (cerca de 240 milhões de euros). A DW África falou com Celeste Banze, economista do CIP, sobre a situação atual da empresa pública que gere os aeroportos moçambicanos.
O CIP fez uma análise sobre os Relatórios de Contas da ADM no período de 2012 a 2016. Nesta altura a análise já mostrava que os aeroportos já eram um fardo para as contas públicas e será um ônus para as gerações futuras. Porque a ADM é uma empresa, que vem contraindo dívidas para a construção de grandes obras e reabilitações do diversos aeroportos. Contrai dívidas a longo prazo e dívidas em moeda estrangeira, a maior parte das dívidas é em moeda estrangeira. Estas dívidas são muitas vezes acompanhadas de cartas de conforto. O que são "cartas de conforto"? O Estado emite garantias para que estes empréstimos sejam cedidos à ADM. Se os aeroportos não têm capacidade de reembolso para estes empréstimos, o Estado vai entrar e vai pagar. É uma empresa que não tem capacidade para reembolsar as dívidas que vai fazendo.
Continue reading "Aeroportos de Moçambique: "Fardo para as contas públicas"" »
Posted on 28/06/2019 at 13:01 in Dívidas ocultas e outras, Economia - Transportes - Obras Públicas - Comunicações, Política - Partidos, Turismo - Parques Caça - Aviação | Permalink | Comments (0)
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O Ministério Público deduziu acusação contra o ex-ministro dos Transportes e Comunicações Paulo Zucula e contra o arquiteto e empresário Emiliano Finochi num caso de corrupção envolvendo a construtora brasileira Odebrecht, anunciou hoje aquela entidade.
Em nota de imprensa, o Gabinete Central de Combate à Corrupção (GCCC), que assume a competência de Ministério Público naquele tipo de delitos, refere que submeteu na quarta-feira a acusação ao Tribunal Judicial da Cidade de Maputo para julgamento.
Paulo Zucula e Emiliano Finochi são acusados de crimes de corrupção passiva para ato ilícito e branqueamento de capitais na forma continuada.
Além de Zucula, o GCCC refere-se ao "envolvimento de alguns dirigentes" no caso, mas não indica os nomes.
Os arguidos terão recebido subornos pagos pela construtora brasileira Odebrecht no âmbito da construção do Aeroporto Internacional de Nacala, norte de Moçambique, e do Terminal de Carvão da Beira, centro do país.
Paulo Zucula, que ocupou a pasta dos Transportes e Comunicações entre 2008 e 2014, encontra-se detido desde o dia 06 deste mês e Emiliano Finochi esteve detido, mas saiu em liberdade após pagar 20 milhões de meticais (cerca 283 mil euros) de caução.
Em março, Zucula foi condenado a 14 meses de prisão convertidos em multa após o tribunal considerar o antigo dirigente culpado por ter ordenado o pagamento de remunerações indevidas a membros da administração do regulador da aviação civil moçambicana.
O ex-ministro dos Transportes e Comunicações é também arguido num caso de corrupção envolvendo a fabricante brasileira Embraer na venda de aviões à transportadora Linhas Aéreas de Moçambique (LAM).
LUSA – 28.06.2019
NOTA: E viva a FRELIMO!
Fernando Gil
MACUA DE MOÇAMBIQUE
Posted on 28/06/2019 at 11:11 in Economia - Transportes - Obras Públicas - Comunicações, Justiça - Polícia - Tribunais, Política - Partidos, Turismo - Parques Caça - Aviação | Permalink | Comments (0)
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A empresa Aeroportos de Moçambique diz ter pago todos os salários no dia 20 de Junho graças "às boas relações" que tem com os bancos. Isto permitiu fazer uma dívida enquanto as suas contas estiverem congeladas por ordem do Tribunal Judicial da Cidade de Maputo.
A empresa não aceitou revelar os números, mas garantiu que se trata de uma dívida de muito curto prazo, mesmo assim pressupõe pagamento com juros.
O congelamento ordenado pelo tribunal deve-se a uma acção judicial movida pela Comissão Liquidatária do extinto Nosso Banco.
A comissão exige que a Aeroportos de Moçambique pague a dívida de 820 milhões de meticais em menos de um ano, "o que é impossível tendo em conta a situação actual da empresa", como explicou o Administrador Financeiro da empresa, Saíde Júnior.
De qualquer das formas, a empresa espera que a situação seja resolvida ainda hoje ou, "mais tardar, quarta-feira".
O PAÍS – 24.06.2019
NOTA: São situações como esta que mostram o (des)governo do país. Uma empresa pública com as contas penhoradas pelo tribunal. E já lá vão 44 anos de independência.
Fernando Gil
MACUA DE MOÇAMBIQUE
Posted on 25/06/2019 at 10:48 in Economia - Transportes - Obras Públicas - Comunicações, Turismo - Parques Caça - Aviação | Permalink | Comments (0)
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O Parque Nacional de Zinave, localizado na província de Inhambane, recebeu um total 91 zebras para a restauração da vida selvagem naquela área de conservação.
Trata-se de uma doação do Kruger National Park, da África do Sul, para o Parque Nacional de Zinave, no âmbito de um memorando de entendimento entre os dois países para a cooperação no "rejuvenescimento da biodiversidade" na região.
No mesmo contexto, o Parque da Nacional de Zinave espera mais 109 zebras vindas do Kruguer também neste ano.
Além das zebras, no âmbito do mesmo programa, Moçambique espera um total 670 animais de várias espécies, entre as quais girafas, avestruzes e búfalos.
"A iniciativa faz parte de um programa do Governo de restaurar as áreas de conservação, com vista a assegurar o desenvolvimento do turismo baseado na natureza", disse fonte do Parque Nacional do Zinave.
Ocupando uma área de quatro mil quilómetros quadrados, o Parque Nacional do Zinave foi estabelecido em 1973 e é tido como um importante ponto de passagem para os mamíferos nómadas que cruzam o rio Save, na província de Inhambane.
A girafa é a principal espécie da fauna local, que naturalmente é decorada por uma vegetação rica em acácias.
RM – 21.06.2019
Posted on 21/06/2019 at 17:35 in Ambiente - Ecologia - Calamidades, Turismo - Parques Caça - Aviação, África - SADC | Permalink | Comments (0)
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Moçambique, África – No dia 14 de Junho de 2019, os órgãos de comunicação social de Moçambique (TV’s, Rádios e Imprensa escrita) tiveram a oportunidade de assistir à ante
estreia de um novo documentário sobre o Parque Nacional da Gorongosa chamado “A Nossa Gorongosa: Um Parque para o Povo”.
Leia aqui
Posted on 14/06/2019 at 11:14 in Ambiente - Ecologia - Calamidades, Musica, vídeo, cinema, Turismo - Parques Caça - Aviação | Permalink | Comments (0)
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O Governo de Portugal vai disponibilizar 150 mil euros para ações de formação e capacitação em conservação no Parque Nacional de Gorongosa (PNG), centro de Moçambique, anunciou ontem o ministro do Ambiente e Transição Energética português, João Matos Fernandes.
João Matos Fernandes adiantou que a ajuda enquadra-se na contribuição de Portugal para a reconstrução das infraestruturas destruídas pelos ciclone Idai, que provocou em março passado uma devastação no centro de Moçambique.
O PNG "é uma zona muito bem organizada, mas que sofreu com a passagem do ciclone", assinalou Fernandes.
O apoio vai ser canalizado para pequenos projetos estruturas na área de formação e capacitação em conservação, acrescentou.
Visando a materialização da ajuda, o ministro do Ambiente e Transição Energética assinou ontem com a Fundação Gorongosa o respetivo protocolo.
João Matos Fernandes reiterou o compromisso de Portugal no apoio à reconstrução das infraestruturas destruídas pelo ciclone Idai, apontando o financiamento à construção de uma Estação de Tratamento de Água na Beira como uma das provas desse empenho.
O governante português encontra-se na cidade da Beira, para testemunhar os estragos provocados pelo ciclone Idai e acompanhar o envolvimento de Portugal na ajuda à reconstrução, bem como participar nas celebrações do Dia Portugal com a comunidade portuguesa residente na Beira.
YINGUISSANE – 11.06.2019
Posted on 11/06/2019 at 21:39 in Ambiente - Ecologia - Calamidades, Portugal, Turismo - Parques Caça - Aviação | Permalink | Comments (0)
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A Administração Nacional das Áreas de Conservação de Moçambique (ANAC) anunciou que cerca de três mil animais selvagens vão chegar este ano aos parques e reservas nacionais provenientes dos países vizinhos.
“Temos em perspetiva a reintrodução de cerca de três mil animais provenientes do exterior, dos países vizinhos, ainda este ano”, declarou Mateus Muthemba, diretor-geral da ANAC, em conferência de imprensa alusiva ao oitavo aniversário da Anac.
Internamente, prosseguiu, serão deslocados cerca de dois mil animais de alguns parques e reservas para outros, no quadro da política de repovoamento dos espaços da vida selvagem, com défice de população animal.
Mateus Muthemba considerou “difícil” indicar em concreto quantos animais existem nos parques e reservas moçambicanas, dado que essa informação carece de um censo geral da população animal.
Assinalou que a introdução de novos animais nos parques e reservas moçambicanas enquadra-se no programa de reposição de efetivos destruídos pela guerra civil que terminou em 1992 e pela caça furtiva.
“Desde 2015 até ao momento foi feito um investimento considerável na área da conservação, foram reintroduzidos cerca de seis mil animais de diferentes espécies”, frisou Muthemba.
Elefantes, búfalos, leões, pivas, zebras e impalas incluem-se entre os animais reintroduzidos nos parques e reservas nacionais, acrescentou.
O administrador da ANAC destacou que a instituição intensificou a luta contra a caça furtiva e como resultado não há registou de nenhum elefante abatido na reserva do Niassa, o maior habitat da espécie em Moçambique neste momento.
“Potenciamos a proteção dos animais intensificando a fiscalização, através do aumento de fiscais e recorrendo a tecnologias de vigilância mais sofisticadas, o que contribuiu para a redução da caça furtiva”, sublinhou Mateus Muthemba.
A dinâmica introduzida pela ANAC permitiu igualmente o apetrechamento das áreas de conservação em termos de infraestruturas, aumentando o potencial turístico dessas zonas.
Continue reading "Moçambique vai receber cerca de três mil animais selvagens este ano" »
Posted on 02/06/2019 at 10:54 in Ambiente - Ecologia - Calamidades, Cooperação - ONGs, Turismo - Parques Caça - Aviação | Permalink | Comments (0)
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A Administração Nacional das Áreas de Conservação (ANAC) de Moçambique celebra este mês um ano sem abate de elefantes por caçadores furtivos na Reserva Especial do Niassa, a maior do país, anunciou hoje a instituição em comunicado.
A ANAC nota uma "redução significativa da caça furtiva de elefantes no país, com destaque para a Reserva Nacional do Niassa, que completou um ano sem abate de elefantes por caçadores furtivos".
A anúncio foi feito a propósito da divulgação do programa de celebração do oitavo aniversário da ANAC, que se celebra a 01 de junho, próximo sábado.
As celebrações acontecem numa altura em que o foco da instituição reside na "melhoria da capacidade de gestão, combate à caça furtiva, promoção da autossustentabilidade na gestão das áreas de conservação e partilha de benefícios económicos com as comunidades locais".
A ANAC diz estar igualmente a concentrar seus esforços na formação dos recursos humanos.
As celebrações terão lugar na Reserva Especial de Maputo e Marinha Parcial da Ponta do Ouro, onde a organização espera juntar alunos do ensino básico para excursões e palestras sobre a vida selvagem.
"A ANAC pretende com estas celebrações aumentar o nível de consciencialização da sociedade e das comunidades que residem dentro e nos arredores das Áreas de Conservação sobre a importância da proteção da biodiversidade", explica.
Dados da ANAC indicam que, desde 2009, o país perdeu pelo menos dez mil elefantes e, só na Reserva do Niassa, a maior área protegida do país, o número total desta passou de 12.000 para 4.400 em três anos (entre 2011 e 2014).
Relatórios mais recentes indicam que o país perdeu, entre 2011 e 2016, 48% da população de elefantes, correndo o risco de ser banido do comércio internacional de derivados da espécie, devido à falta de clareza na gestão dos animais.
O presidente moçambicano, Filipe Nyusi, destacou em novembro de 2018 uma força da Unidade de Intervenção Rápida (UIR) da polícia para a Reserva do Niassa por forma a apoiar os fiscais no combate à caça de fauna bravia.
A ANAC gere sete parques moçambicanos, igual número de reservas e quatro áreas transfronteiriças de gestão conjunta que abrigam, na globalidade, 5.500 espécies de plantas, 220 espécies de mamíferos e 690 de aves.
LUSA – 27.05.2019
Posted on 27/05/2019 at 17:02 in Ambiente - Ecologia - Calamidades, Justiça - Polícia - Tribunais, Turismo - Parques Caça - Aviação | Permalink | Comments (0)
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O governo do Botswana levantou a proibição de caça ao elefante, alegando o aumento de conflitos entre estes animais e os homens.
As autoridades dizem que os elefantes estão a destruir muitas áreas agrícolas e que o banimento afectou o rendimento da população.
Conservacionistas dizem que o país africano tem cerca de 130 mil elefantes, mas alguns legisladores, citados pela Reuters, dizem que o número é mais alto e os paquidermes causam problemas aos agricultores de pequena escala.
Ao anunciar o levantamento, o ministério do Meio Ambiente disse que será feito um trabalho com todas as partes para garantir que o recomeço da caça seja de forma ordeira e ética.
VOA – 23.05.2019
Posted on 23/05/2019 at 22:06 in Ambiente - Ecologia - Calamidades, Turismo - Parques Caça - Aviação, África - SADC | Permalink | Comments (0)
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Países têm toneladas de marfim em bruto acumulado, fruto de anos de proibição.
O Zimbabwe, o Botswana e a Namíbia vão pedir o fim das proibições de venda de marfim em bruto.
Conta o The Guardian que estes três países, que representam cerca de 60% da população de elefantes do continente africano, vão fazer o pedido na próxima conferência do Cites, que vai decorrer no Sri Lanka. O Cites é o regulador que proíbe o comércio não regulado de espécies animais protegidas.
De acordo com o ministério da informação do Zimbabwe, já lá vão 13 anos desde a última venda daquele Estado africano de marfim em bruto. "A nossa reserva de marfim vale 300 milhões de dólares, que não podemos vender porque países sem elefantes nos dizem o que devemos fazer com os animais", queixou-se Nick Mangwana, do governo daquele país.
A população de elefantes subiu no Zimbabwe nos anos mais recentes, o que levou a um aumento do número de pessoas mortas por elefantes, mas também de culturas agrícolas destruídas por elefantes que vaguearam para lá das zonas habituais de conservação.
A questão não tem sido consensual. Há quem refira que a venda de marfim poderia permitir um reforço nos fundos para a conservação. Por outro lado, teme-se que a reabertura deste mercado implique um retrocesso numa espécie animal que em tempos proliferou em África mas cuja população desceu consideravelmente no século XX, nomeadamente por conta do tráfico de marfim.
Actualmente, o Zimbabwe conta com cerca de 85 mil elefantes no país, isto quando os parques naturais e as zonas de conservação do país só terão capacidade para manter cerca de 55 mil elefantes.
O Zimbabwe fará um segundo pedido, paralelo, quando apresentar o seu caso perante o Cites: autorização para vender elefantes a outros países.
RM – 22.05.2019
NOTA: Em Moçambique este problema não se coloca, pois o marfim tem sido sempre exportado. Quando virão para Moçambique os 500 elefantes oferecidos pelo Botswana?
Fernando Gil
MACUA DE MOÇAMBIQUE
Posted on 22/05/2019 at 11:13 in Ambiente - Ecologia - Calamidades, Turismo - Parques Caça - Aviação, África - SADC | Permalink | Comments (0)
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Eugénio Numaio, um dos sócios da empresa que está no epicentro do tráfico de armas de fabrico checo, que passam por Moçambique e são usadas na caça furtiva na África do Sul, esclareceu ao @Verdade que não participa da gestão da Investcon Lda. “A gestão era com eles”, em alusão aos sócios sul-africanos Johan Stoltz e Gabriel Stoltz, explicou que Limnetzi Safaris “é deles, não faz parte daqueles 10 mil hectares que trabalharam comigo” e admitiu “acho que fui imprudente”.
Na sequência da notícia publicada pelo @Verdade, “Armas que matam rinocerontes na África do Sul são compradas em Maputo com conivência de funcionários do Governo de Moçambique”, o cidadãos moçambicano Eugénio Numaio esclareceu que nada tem a ver com o tráfico de armas para a caça ilegal.
Numaio, antigo Governador da Província de Gaza e ex-deputado da Assembleia da República, foi mencionado pelo @Verdade como sendo um dos sócios da Investcon Lda, empresa criada em Moçambique em 2006 pelos cidadãos sul-africanos Johan Rudolph Stoltz e Gabriel Petrus Stoltz, assim como o moçambicano Isaac Arnaldo Samuel.
De acordo com uma investigação da organização não governamental Conflict Awareness Project a Investcon Lda adquiriu, entre 2013 e 2015, pelo menos 113 carabinas calibre 375 e 458 da marca CZUB em revendedores do ramo em Maputo, ExploAfrica /Afrocaça e Casa Fabião.
Nesse período a caça ilegal do rinoceronte no Parque Nacional Kruger aumentou para mais de oito centenas de animais num ano, autópsias revelaram terem sido mortos por carabinas calibre 375 e 458, muitas apreendidas com caçadores ilegais e com os números de série das armas adquiridas pela Investcon Lda.
Eugénio Numaio declarou ao @Verdade ter sido apresentado a Johan Rudolph Stoltz e Gabriel Petrus Stoltz, filho e pai, anos depois de estabelecer-se como empresário moçambicano no sector de turismo de conservação e protecção da fauna bravia na Província de Gaza que lhe pedida “assessoria”, “disserem que queriam identificar uma área para montar um empreendimento de conservação e safari especialmente de búfalos”.
Posted on 20/05/2019 at 11:44 in Ambiente - Ecologia - Calamidades, Justiça - Polícia - Tribunais, Turismo - Parques Caça - Aviação, África - SADC | Permalink | Comments (0)
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ONGs ambientais "ocupam" territórios para criação de "parques nacionais" em África. As populações são escorraçadas e presas pelos "guardas florestais" pagos pelas ONGs, muitas delas financiadas por governos europeus.
Os donos das terras andam revoltados com o que está a acontecer.
"Estamos a ser perseguidos e ameaçados", disse à organização de direitos humanos Survival International uma mulher da etnia Baka, da região da Bacia do Congo, na África Central.
A organização de direitos humanos tem estado a coletar testemunhos de pessoas da etnia Baka, da região da Bacia do Congo, na África Central, há anos e a compilar relatórios críticos sobre violações dos direitos humanos contra povos indígenas em reservas naturais ou parques nacionais. Nos últimos anos, as queixas do povo Baka tornaram-se cada vez mais fortes.
A área onde vivem, as florestas de Messok Dja, na Bacia do Congo, está a ser transformada num parque nacional sob a direção do Fundo Mundial para a Natureza (WWF, na sigla em inglês). Esta parte da República Democrática do Congo, RDC, foi declarada território prioritário para a proteção dos grandes símios, certas espéceis de primatas, e é considerada o último reduto de elefantes em África.
O projeto é financiado por governos europeus, entre eles o alemão, mas odiado pela população local. Os Baka vivem ali há gerações e sentem-se assediados pelos guardas florestais.
População zangada
"Eu sou Baka, meu pai é Baka, minha mãe é Baka. Os nossos antepassados confiaram-nos esta floresta. A nossa comida vem da floresta. Quando estamos doentes, vamos lá e recolhemos os nossos medicamentos. Mas agora a floresta está interditada. Não há mais áreas para vivermos", queixa-se um dos deles.
Continue reading "As consequências da conservação ambiental sem escrúpulos em África" »
Posted on 18/05/2019 at 12:43 in Ambiente - Ecologia - Calamidades, Turismo - Parques Caça - Aviação | Permalink | Comments (0)
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O Parque Nacional da Gorongosa (PNG), na província central de Sofala, acaba de concretizar o primeiro grande carregamento de café para os Estados Unidos da América (EUA), onde será torrado em Idaho Falls.
Segundo apurou O Autarca, trata-se do primeiro grande carregamento jamais exportado de Moçambique, numa quantidade inicial estimada em 240 Kgs de café de alta qualidade. “Estamos muito orgulhosos dos agricultores locais e de muitas pessoas que este primeiro grande carregamento representa; pessoas que trabalham arduamente para conseguir uma chávena de Café da Floresta Tropical da Gorongosa nas suas mãos” – comentou uma fonte do Parque Nacional da Gorongosa.
A iniciativa das autoridades do PNG neste novo projecto visa implementar um sistema de produção de café sustentável no Parque Nacional da Gorongosa para mitigar os efeitos da deflorestação e da pressão das alterações climáticas, promover o agronegócio e aumentar o rendimento e a segurança alimentar das famílias rurais da região.
Para já cerca de oitenta produtores do sector familiar local estão envolvidos no cultivo do café arábica numa área de cerca de 30 hectares na grande região da serra da Gorongosa. O plantio dos primeiros viveiros iniciou em 2013.
O projecto compreendeu, igualmente, a construção de uma unidade de processamento na vila sede do distrito da Gorongosa, já em pleno funcionamento. A nova versão de café produzida em Moçambique, em condições amigas do ambiente, tendo em conta a sua finalidade de proteger a flora, ostenta a marca “Gorongosa”, como forma também de tornar associável o produto a operação turística, colocando o café à disposição dos turistas e dos hóspedes do PNG.
Mas com o incremento da produção, perspectiva-se escalar outros níveis de comercialização, que poderão abranger outras cidades moçambicanas e o mercado internacional onde já há garantias de colocação.
As autoridades governamentais em Sofala já manifestaram a sua gratidão pela iniciativa, que procura combinar a procteção da natureza com a criação de condições para melhorar a vida das populações locais.(Érica Chabane)
O AUTARCA – 14.05.2019
Posted on 14/05/2019 at 19:56 in Ambiente - Ecologia - Calamidades, Economia - Transportes - Obras Públicas - Comunicações, Turismo - Parques Caça - Aviação | Permalink | Comments (1)
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O tribunal de Belfast requereu hoje o aprofundamento da investigação policial sobre o envolvimento de dois cidadãos moçambicanos no tráfico de chifre de rinoceronte na África do Sul, disse fonte diplomática.
"A Polícia comunicou-nos hoje que o caso necessita de ser investigado para aprofundar o grau de envolvimento dos detidos, se são furtivos ou apenas correio - qual é de facto a sua actividade -, antes de o juiz pronunciar uma sentença", disse à Lusa Eugénio Langa, cônsul de Moçambique em Nelspruit, próximo da fronteira com Moçambique.
O responsável consular adiantou que o julgamento de Alberto Ernesto Nharreluga, 46 anos, e seu filho Ernesto Alberto Nharreluga, 26 anos, detidos a 18 de abril por posse ilegal de chifres de rinoceronte quando viajavam em direção de Joanesburgo, não se realizou hoje como agendado pelo juiz.
"Os detidos também não foram levados hoje a tribunal e não se agendou uma nova data", precisou o diplomata.
"O que vamos fazer mediante esta decisão, é uma visita aos detidos, que já solicitámos, no sentido de terem uma entrevista com os nossos serviços consulares por forma a averiguar como os assistir", declarou Eugénio Langa.
Posted on 01/05/2019 at 10:43 in Ambiente - Ecologia - Calamidades, Justiça - Polícia - Tribunais, Turismo - Parques Caça - Aviação | Permalink | Comments (0)
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Sr. Presidente Nyusi,
As gentes das Quirimbas apesar de estarem longe de Maputo e do seu governo também são Moçambicanos.
Descobriram o turismo e estavam a dar-se bem, estavam a criar riqueza e desenvolvimento, mas as medidas do seu governo só atrapalham o desenvolvimento económico.
Para haver turismo é preciso haver turistas, Moçambique tem que concorrer no mercado internacional por turistas e o seu governo só está a fechar as portas aos turistas.
Para haver turistas, basta ter vistos nas fronteiras a 25 usd, uma medida tão simples como essa permitiria dar um boom no turismo de Mocambique e criar milhares de postos de trabalho.
Os desentendimentos, dentro do seu partido Frelimo está a levar a que alguém mal intencionado dentro do seu partido esteja a financiar e a usar os Mwani, para decapitar as pessoas nas aldeias não Makondes.
Esses ataques estão a afastar os turistas das ilhas Quirimbas que apesar de não terem ataques, nem terem nada a ver com o continente estão a sofrer, o turismo está quase morto nas ilhas por falta de turistas.
Para tornar a vida mais dificil das gentes das ilhas Quirimbas, trabalhadoras, apareceu o Kenneth, ja sabemos aquilo que vai acontecer, os funcionários do governo vão aparecer com ajuda doada, mas vão fazer a distribuição das doações à maneira e pouco ou nada vai chegar a quem realmente necessita.
Mais uma vez os funcionários iluminados do seu partido, vão fazer desaparecer, como por magia as doações de gente bem intencionada.
Basta destes Maputecos iluminados, corruptos continuarem a governar o bom povo de Mocambique.
(Recebido por email)
Posted on 28/04/2019 at 20:46 in Opinião, Turismo - Parques Caça - Aviação | Permalink | Comments (0)
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O Tribunal de Recurso de Maputo chumbou o recurso contra o despacho de pronúncia do antigo ministro dos Transportes e Comunicações moçambicano e de dois antigos gestores num caso de corrupção na compra de aviões pela transportadora aérea nacional.
O semanário Savana escreve hoje que o antigo ministro dos Transportes e Comunicações Paulo Zucula, o antigo presidente das Linhas Aéreas de Moçambique (LAM) José Viegas, e o antigo diretor-executivo da General Electrics em Moçambique Mateus Zimba deverão ser julgados depois de lhe terem sido negados recursos do despacho de pronúncia no âmbito do referido caso.
O Ministério Público acusa os três de associação para delinquir, participação económica em negócio, branqueamento de capitais e abuso de confiança.
"Na verdade, mostram os autos que desde a instrução preparatória até à instrução contraditória, bastante matéria foi reunida para permitir um julgamento sem penumbras, em que, em debate profundo de todos os intervenientes processuais, com a mediação do juiz da causa, poder-se-á confirmar ou não confirmar", lê-se no acórdão do Tribunal Superior de Relação, divulgado hoje pelo Savana.
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Posted on 26/04/2019 at 12:37 in Justiça - Polícia - Tribunais, Turismo - Parques Caça - Aviação | Permalink | Comments (0)
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O caso Embraer, que tem como arguidos o antigo PCA da LAM, José Viegas, o antigo Ministro dos Transportes e Comunicações, Paulo Zucula, e o antigo Director da Sasol em Moçambique, Mateus Zimba, pode estar a caminho do julgamento. Ontem, o Tribunal Superior de Recurso (TSR) rejeitou um pedido da defesa dos três arguidos, que recorria contra o despacho de pronúncia lavrado em Juljio do ano passado. Ou seja, o TSR deu por improcedente o recurso da defesa e manteve a acusação. Uma fonte próxima do processo disse à "Carta" que o TSR nem chegou a analisar os fundamentos apresentados pela defesa, tomando apenas como válidas as contra-alegaçôes do Ministério Público.
Viegas é acusado do crime de branqueamento de capitais, Zucula de participação económica em negócios e Zimba de branqueamento de capitais e participação económica em negócios. A acusação alega que trata-se de um "esquema de corrupção envolvendo o pagamento de 800 mil USD aos arguidos, como condição para a Embraer vender duas aeronaves à LAM".
No despacho de pronúncia, o juiz de causa nota que houve uma concordância entre a Embraer e a LAM (na pessoa de José Viegas) para uma transacção com base no preço de 30.850.00 USD, o qual foi depois agravado por causa de uma "criminosa pretensão dos réus de obter o suposto gesto de valor de 400 mil USD por cada aeronave mais a necessidade de inclusão de 118.873,00, referente à certificação de cada aeronave'*.
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Posted on 24/04/2019 at 11:48 in Dívidas ocultas e outras, Justiça - Polícia - Tribunais, Opinião, Turismo - Parques Caça - Aviação | Permalink | Comments (0)
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A revista da National Geographic publica artigo importante sobre o Parque Nacional da Gorongosa intitulado “Um Novo Dia em Moçambique”
Quinta-feira, 18 de Abril de 2019
Moçambique, África – 49 milhões de leitores, das edições impressas e digitais da revista da National Geographic Magazine em 37 línguas, terão a oportunidade de conhecer um pouco mais sobre a extraordinária história do Parque Nacional da Gorongosa, numa publicação de 12 páginas na icónica publicação.
O artigo “Um Novo Dia em Moçambique”, publicado na edição de Maio, disponível na edição em Português a partir de 30 de Abril, celebra a restauração bem sucedida do Parque e destaca os programas de desenvolvimento humano do Parque nas comunidades locais da Zona Tampão do PNG.
O autor, David Quammen, é considerado um dos melhores escritores sobre ciência e natureza do mundo. Para ilustrar seu artigo, a National Geographic incluiu 11 fotografias impressionantes do lendário fotógrafo, Charlie Hamilton James.
Quammen e James passaram várias semanas na Gorongosa em 2018 para esta missão e concentraram-se na abordagem integrada de conservação e desenvolvimento do Parque Nacional da Gorongosa e do Projecto da Gorongosa.
Posted on 18/04/2019 at 11:46 in Ambiente - Ecologia - Calamidades, Informação - Imprensa, Turismo - Parques Caça - Aviação | Permalink | Comments (0)
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ACTUAÇÃO DAS AUTORIDADES CHINESAS PODE TER IMPACTO SIGNIFICATIVO EM MOÇAMBIQUE
As autoridades chinesas anunciaram ontem terem interceptado 7,48 toneladas de presas de
marfim contrabandeado, na maior apreensão dos “últimos anos” no país, que baniu todo o comércio e transformação de presas de elefante em 2018.
O vice-director da Administração Geral das Alfândegas, Hu Wei, anunciou, em conferência de imprensa, que a operação, em grande escala, decorreu em 30 de Março e terminou com o desmantelamento de um “grupo criminoso internacional que há muito tempo traficava marfim”.
A investigação, de dois meses, resultou na prisão de mais de 20 suspeitos e no confisco de 2.748 peças de marfim.
A operação decorreu de forma coordenada entre várias cidades, incluindo Pequim e Qingdao, e envolveu um total de 238 agentes da polícia, detalhou o director da agência chinesa de combate ao contrabando, Sun Zhijie.
Segundo os dados oficiais, este ano já foram apreendidas 8,48 toneladas de produtos de marfim ou marfim em bruto, além de 500 toneladas de animais e plantas em risco de extinção.
Durante os primeiros três meses do ano, as autoridades chinesas investigaram 182 casos de contrabando de espécies protegidas, envolvendo 171 suspeitos.
Estes dados não incluem as alfândegas de Hong Kong, onde em Fevereiro passado foram interceptadas 2,1 toneladas de presas de elefante e 8,3 toneladas de escamas de pan- golim, que, segundo as autoridades, se destinavam ao continente chinês. Duas semanas depois, as alfândegas de Hong Kong apreenderam 24 chifres de rinoceronte, com um peso total de 40 quilos, um número recorde, que durou apenas até 07 de Março, quando foi apreendido um carregamento de 82,5 quilos.
Pequim baniu todo o comércio e transformação das presas de elefante no início do ano passado. Porém, a China é, tradicionalmente, o maior consumidor mundial de marfim, símbolo de estatuto e parte importante da cultura e arte tradicionais chinesas. Antes da entrada em vigor da nova lei, Pequim lançou várias campanhas de sensibilização e o preço de presas de elefante caiu 65%, enquanto todas as lojas e oficinas envolvidas no comércio foram encerradas até ao final de 2017, segundo a agência noticiosa oficial Xinhua.
Continue reading "Alfândegas chinesas interceptam 7,48 toneladas de presas de marfim" »
Posted on 16/04/2019 at 16:30 in Ambiente - Ecologia - Calamidades, Justiça - Polícia - Tribunais, Turismo - Parques Caça - Aviação | Permalink | Comments (1)
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O Parque Nacional de Gorongosa (PNG), o maior de Moçambique, vai reabrir em maio para os turistas, depois de ter encerrado devido ao impacto da passagem do ciclone Idai, anunciou hoje a administração do local.
"Neste momento, não estamos a receber turistas, porque não há condições, mas, em maio, já vamos recomeçar", disse Rui Branco, diretor de conservação do PNG, falando aos jornalistas, à margem do lançamento de um estudo sobre justiça penal na fauna bravia em Maputo.
LUSA - 11.04.2019
Posted on 11/04/2019 at 23:00 in Ambiente - Ecologia - Calamidades, Economia - Transportes - Obras Públicas - Comunicações, Turismo - Parques Caça - Aviação | Permalink | Comments (0)
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O Governo de Filipe Nyusi que tem como uma das suas prioridades “Assegurar a Gestão Sustentável e Transparente dos Recursos Naturais e do Ambiente” e recebe milhões de dólares de doadores para o Plano Nacional de Protecção do Elefante determinou o abate de 25 paquidermes até ao final deste ano. Ambientalistas disserem ao @Verdade não serem públicos os critérios usados no estabelecimento das quotas de abate ainda mais enquanto se aguarda pelos resultados do 3º Censo Nacional daquele que é o maior mamífero terrestre.
Está em aberta desde o passado dia 1 Abril, até 30 de Novembro, a época de caça em Moçambique durante a qual o Governo, através do Diploma Ministerial nº 23/2019 de 15 de Março, rubricado pelo ministro Celso Correia, estabelece as quotas para o abate de 19.864 animais selvagens. Destacam-se no documento na posse do @Verdade os 49 leões, 103 leopardos e 25 elefantes a serem abatidos ao que tudo indica por caçadores.
Moçambique é um dos maiores cemitérios de elefantes no mundo, cerca de 10 mil foram mortos por caçadores furtivos entre 2010 e 2015 reduzindo a população para cerca de 9 mil animais. Nos anos subsequentes quase 500 elefantes foram abatidos caçadores ilegais que buscam os seus dentes de marfim, que das áreas de conservação são traficados pelos portos e aeroportos nacionais para os ávidos mercados na China.
Com início da governação de Filipe Nyusi tornou-se a proteção do elefante, assim como outras espécies animais, numa prioridade nacional por isso o @Verdade questionou ao Ministério da Terra, Ambiente e Desenvolvimento Rural (MITADER) por que razões uma espécie protegida estava na lista de animais a serem caçados em 2019.
Decorrida mais de uma semana o gabinete o ministro Celso Correia assim como a Administração Nacional das Áreas de Conservação(ANAC) não responderam aos questionamentos do @Verdade.
Caçada do elefante custa pelo menos 50 mil Dólares
Um funcionário de uma das fazendas do bravio no Sul de Moçambique onde serão abatidos seis elefantes tentou explicar ao @Verdade que “os animais ocupam um espaço territorial, comem e bebem água e a caça é um instrumento de gestão sustentável”.
A fonte que pediu para não ser identificada citou como exemplo parte do parque nacional Kruger que estará semi-desértica "a explicação é uma, os elefantes empurram as árvores e quanto estão numa quantidade para além da carga de uma determinada área são um problema e tem que se diminuir aqueles que estão a mais”.
“Sim gera receitas que são pagas ao Estado e 20 por cento vão para as comunidades circunvizinhas” confirmou o nosso entrevistado que estimou em pelo menos 50 mil Dólares norte-americanos o custo mínimo de uma caçada do elefante.
Caça pode gerar receitas para protegem da vida selvagem e beneficiar população local
Para o ambientalista e conservacionista Alastair Nelson nada justifica a caça de animais particularmente do elefante africano contudo em muitos países, “os custos de proteger o meio ambiente, a vida selvagem e as áreas naturais são suportados por pessoas pobres que vivem nas áreas de conservação ou perto delas. Estes custos são diretos, por ex. danos nas machambas, ou indirecto, falta de acesso a recursos ou terra”.
Continue reading "Governo determina o abate de 25 elefantes em Moçambique" »
Posted on 11/04/2019 at 20:41 in Ambiente - Ecologia - Calamidades, Economia - Transportes - Obras Públicas - Comunicações, Turismo - Parques Caça - Aviação | Permalink | Comments (0)
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African nations face some of the planet’s toughest challenges. For example, despite contributing little to global warming, Mozambique suffered horrific destruction when Cyclone Idai tore through the country last month. At the same time, the country’s once-bountiful wildlife is under constant threat from poachers working for international organised crime syndicates.
Nearly half of Mozambique’s elephants were killed for their ivory in the five years up to 2015, a crisis that saw the population plummet from over 20,000 to an estimated 10,300. Within Mozambique’s largest national park–- the Niassa National Reserve – one of Africa’s last remaining unspoilt wildernesses, the crisis struck a bit later and harder. The elephant population declined massively from an estimated 13,000 to 3,000 by 2018.
Since then it has largely been down to the work of those dedicated individuals on the ground to protect elephants and the landscapes they depend on. Derek Littleton, Conservation Manager at the Luwire Wildlife Conservancy - the largest of Niassa’ s fifteen private concessions – has along with his loyal indigenous scouts, been on the front line of this fight. .
“Wildlife is my vocation,” smiles Littleton. “It is something that is worth fighting for. Niassa is one of the last big wildernesses we have left, but there are very few people who have been willing to fight for it.”
Niassa borders the southern Tanzanian border and at 42,000 square kilometres is twice the size of South Africa’s Kruger National Park and larger than the Netherlands and roughly the size of Massachusetts. Luwire forms its southern border. Niassa’s diverse ecosystems support many species - including globally important populations of elephant, lion, leopard, sable, zebra, hippo, and crocodile. Rhinos went locally extinct only in the last ten years.
Posted on 09/04/2019 at 09:34 in Ambiente - Ecologia - Calamidades, Opinião, Turismo - Parques Caça - Aviação | Permalink | Comments (0)
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O Aeroporto Internacional de Nacala vai começar a receber voos internacionais este ano, no âmbito da reorganização do sistema aeroportuário do país, disse o presidente da empresa Aeroportos de Moçambique (ADM), Emanuel Neves.
“Este ano, vamos começar a ter voos internacionais a partir de Nacala”, afirmou Emanuel Neves, presidente da ADM, em declarações hoje ao jornal Notícias.
Aquela infraestrutura entrou em funcionamento em 2014 e custou 125 milhões de dólares, tendo sido construída pela empreiteira Odebrecht.
Emanuel Neves afirmou que a aposta nos voos internacionais para o aeroporto de Nacala decorre do processo de requalificação do parque aeroportuário moçambicano.
A operação resultou na redução para apenas três do número de aeroportos moçambicanos que passam a receber voos internacionais.
O presidente do ADM assinalou que Nacala tem sido subaproveitado, porque a sua construção não foi acompanhada da edificação de outras infraestruturas necessárias à atracção de voos internacionais, nomeadamente hotéis.
"As infraestruturas não foram desenvolvidas à volta do aeroporto e consequentemente o aeroporto não teve estes elementos para utilizar como marketing", frisou.
LUSA – 01.04.2019
NOTA: Nampula e Pemba deixam de receber voos internacionais? Será?
Fernando Gil
MACUA DE MOÇAMBIQUE
Posted on 01/04/2019 at 17:46 in Economia - Transportes - Obras Públicas - Comunicações, Turismo - Parques Caça - Aviação | Permalink | Comments (0)
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Centelha por Viriato Caetano Dias ([email protected] )
Kakudya si kan´cepa; kan´cepa n´kakubvala – A pouca comida dá para todos; o pequeno vestido é que não. (Não há desculpa para não repartir a comida com o faminto).Pe. Manuel dos Anjos Martins (Coordenação) – Natisunge Cuma Cathu, 2014, p. 34.
A minha mãe tinha-me advertido: “Meu filho, alimenta-te primeiro aqui em casa antes de partires, porque qualquer viagem é sempre carregada de peripécias. Um imprevisto, não mortal, tem menor impacto sobre nossas vidas quando estamos de barriga cheia.” Dispensei o saboroso prato de gafanhotos e uma xima de mapira acompanhada de um refrigerante sobo, adquirido no vizinho Malawi. A distância entre Zóbuè e o aeroporto de Chingodzi é de aproximadamente 111Km. A ditadura do relógio impunha celeridade, porque a hora do voo aproximava.
Já no aeroporto de Chingodzi a tradicional cultura do atraso e do silêncio ensurdecedor confirmou-se. O avião aterrou 30 minutos depois da hora prevista. A bordo do avião veio a primeira surpresa. Uma voz embargada anunciava que o voo directo TM 1136, com destino a Maputo, faria escala na cidade da Beira. Pacientemente, os passageiros compreenderam a imperiosa mudança de planos da companhia aérea de bandeira nacional de levar outros passageiros que estavam estacionados no aeroporto da Beira, no âmbito do ciclone tropical IDAI. A solidariedade, nestas alturas, é uma obrigação moral que ninguém pode dispensar.
A bordo ouvia-se o roncar de estômagos de passageiros que reclamavam de fome. Como eu, a maioria dos passageiros não tinha tomado o almoço, na esperança de o fazer a bordo do pássaro gigante da LAM. De estômago vazio, as palavras geralmente são economizadas, para não aumentar os golpes da fome. Os assistentes/comissários de bordo refugiaram-se no seu “búnquer”, com receio de dar (in)satisfações sobre o silencioso descontentamento que pairava no seio dos passageiros e que as rugas, tristemente, denunciavam. Aterrámos no aeroporto da Beira sem termos sido servidos, sequer, uma água, que é um bem-preciso essencial à vida e um direito humano reconhecido desde Julho de 2010, pela Assembleia Geral das Nações Unidas.
Posted on 31/03/2019 at 23:52 in Opinião, Turismo - Parques Caça - Aviação | Permalink | Comments (0)
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Posted on 28/03/2019 at 23:32 in Ambiente - Ecologia - Calamidades, Antropologia - Sociologia, Economia - Transportes - Obras Públicas - Comunicações, História, Musica, vídeo, cinema, Turismo - Parques Caça - Aviação | Permalink | Comments (0)
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O português Manuel Guimarães tem no centro de Moçambique uma quinta com 26 mil crocodilos, com muros que o ciclone Idai derrubou. Só 40 “homens magníficos” impediram a saída dos animais e uma “desgraça terrível”.
Passada mais de uma semana após o ciclone, que provocou centenas de mortes e milhares de desalojados, devido ao vento e às cheias, pouca gente sabe que foram esses 40 homens, que na noite do ciclone iam substituindo o muro à medida que caia, que impediram que andassem agora 26 mil crocodilos à solta na zona da Beira. Mas Manuel Guimarães sabe, e a sua gratidão não tem palavras.
Agora que a chuva parou e a quinta já não está cercada pelas águas Manuel Guimarães voltou na segunda-feira ao local, Nhaugau, distrito da Beira,emocionado por ver como uma noite de vento lhe destruiu 10 anos de trabalho. Lá está Anísio Chinguvo e os outros “magníficos”, cortando árvores, limpando a terra, repondo o que é possível repor.
Anísio, natural de Maputo, a trabalhar para Manuel Guimarães há uma dezena de anos, lembra-se bem do dia 14 de março, de quando “o patrão ligou a informar” que tinham que se preparar para um vento muito forte. Anísio, como conta agora, pensou que era brincadeira, que ventos fortes já ele tinha visto em 2000, em 1977. E Manuel Guimarães do outro lado: “Anísio, não brinca, hás de ver o que nunca viste”.
Os 40 trabalhadores colocaram nesse dia chapas isotérmicas junto da cerca dos crocodilos feita de tijolos e cimento, especialmente junto da cerca dos maiores crocodilos, e aguardaram o Idai. Nenhum arredou pé, nenhum foi para junto das famílias.
E na noite de quinta-feira, 14 de março, pelas 22:00, quando o Idai chegou encontrou os 40 ali, sentados ou deitados por causa da força do vento. “Não foi fácil, falar disto dói muito. Cada um pensava, eu vou perder a minha família, os meus filhos, para defender um crocodilo. Doeu, porque duas noites perdidas não e fácil”.
Foram duas noites sem dormir, mas especialmente difícil a noite do ciclone, como Anísio conta à Lusa, ao lado do muro dos grandes crocodilos, que o vento conseguiu derrubar e que agora está substituído por chapas.
Continue reading "Ciclone Idai: Os 40 magníficos que guardaram 26 mil crocodilos" »
Posted on 26/03/2019 at 10:48 in Ambiente - Ecologia - Calamidades, Economia - Transportes - Obras Públicas - Comunicações, Turismo - Parques Caça - Aviação | Permalink | Comments (0)
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Paulo Zucula foi condenado a uma pena de 14 meses de prisão por crime de pagamentos indevidos e deverá indemnizar o Estado no valor de mais de 1 milhão e 89 mil meticais.
A antiga directora-geral do IACM Lucrécia Ndeve condenada a uma pena de 14 meses de prisão convertida em multa e deverá indemnizar o Estado no valor de 36 mil meticais.
Paulo Zucula reagiu à decisão do tribunal, disse que a pena não é justa e na altura tomou a decisão de reforçar os subsídios dos funcionários do IACM para evitar o pior. Zucula diz que vai falar com o seu advogado para ver se recorrem ou não da decisão.
O PAÍS – 25.03.2019
Posted on 25/03/2019 at 10:39 in Economia - Transportes - Obras Públicas - Comunicações, Justiça - Polícia - Tribunais, Turismo - Parques Caça - Aviação | Permalink | Comments (0)
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(Casa dos Leões nas cheias de 2008 e agora em 2019)
Hoje, Domingo, dia 24 de Março de 2019, quando vou ao Facebook dou com a comunicação do amigo Vasco Galante, com duas fotografias da Casa dos Leões inundadas, uma obtida em 2008 e outra das presentes inundações, provocadas pelo ciclone Idai que assolou a área de Manica e Sofala onde pereceram centenas de pessoas, animais, destruiu casas, cortes de estradas e pontes e derrube de árvores.
Enfim os caprichos da natureza que não podem ser evitados e demais quando a cobiça do “bicho” homem destroi o mundo onde vive.
Conhecedor de Moçambique, pelo seu todo, a trabalhar, viajei desde a Ponta do Ouro ao Rovuma desde os anos 1962 a 1971, entrei em contacto com o amigo Vasco Galante, Director de Comunicações e Turismo do Parque Nacional da Gorongosa, para me informar o estado em que ficou a joia de Moçambique. Como resposta breves palavras: "uma tragédia".
Não respondi, a Vasco Galante, porque entendi que não era altura para o fazer dado que pouco ainda se sabia das reais consequências do mal que o ciclone Idai que viria a saber pelas reportagens, em directo pela RTP.
Entretanto desde logo me chegou à mente ter perdido,por agora, a reportagem de minha vida e praticamente já alinhavada com partida da cidade de Banguecoque e ir ao encontro do amigo Vasco Galante a um aeroporto, algures em África e seguirmos, depois, juntos para a Gorongosa.
Seria no mês de Maio que a reportagem de minha vida (ambição de qualquer fotojornalista executar um trabalho junto da natureza com animais selvagens) cuja esta seria, em exclusivo para a “Macao Magazine”, de Macau, publicada em língua inglesa e pertencente ao grupo “Macaulink” do qual o amigo, de longo data, Gonçalo César de Sá é o director.
Para mim seria o retorno a minhas memórias conhecer partes de Moçambique, onde se incluía a Gorongosa que visitei por duas vezes. A última, ano 1963, quase me perdia na picada 7 dos elefantes, onde isolado, vivia, o velho e conhecido elefante John que lhe faltava uma ponta de marfim certamente a perdeu em luta quando a manada o colocou fora dela.
Espero que a reportagem da minha vida venha a ocorrer de pronto e o maravilhoso Parque Nacional da Gorongosa ressurja, mais uma vez vez, da estaca zero que graças ao empenho do filantropo Greg Carr e seus colaboradores o parque voltou depois de uma cruel guerra civil que devastou animais da Jóia de Moçambique.
José Martins
In https://aquitailandia.blogspot.com/2019/03/mocambique-perdi-reportagem-da-minha.html
NOTA: São pelo menos mais 2 metros de altura de água. Além das pessoas que terá acontecido aos animais do parque?
Fernando Gil
MACUA DE MOÇAMBIQUE
Posted on 24/03/2019 at 12:53 in Ambiente - Ecologia - Calamidades, Turismo - Parques Caça - Aviação | Permalink | Comments (0)
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A fortaleza de São Sebastião, na Ilha de Moçambique, em Nampula, poderá acolher um projecto turístico que vai dar uma vitalidade acrescida a aquela estância. Actualmente em degradação, a Fortaleza é Considerada como o mais representativo exemplo da arquitetura militar portuguesa na costa da África.
A fortaleza foi erguida no século XVI pelas forças portuguesas com fim de dar proteção e apoio às carreiras em trânsito. O mais representativo exemplo da arquitetura militar portuguesa atendeu, ao tráfego marítimo.
A universidade Lúrio está a conjugar esforços para alterar o seu actual estado, e um sinal de optimismo vem de Portugal.
Ainda na Ilha de Moçambique a secretária de estado procedeu entrega de livros, equipamento informático e mobiliário de escritório.
A faculdade de ciências sociais e humanas da Unilúrio está a funcionar na Ilha de Moçambique desde dois mil e dezassete.
O PAÍS – 16.03.2019
Posted on 16/03/2019 at 18:49 in Ilha de Moçambique, Portugal, Turismo - Parques Caça - Aviação | Permalink | Comments (0)
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Estratégia de delapidação e práticas corruptas por parte da administração do Parque Nacional das Quirimbas (PNQ) em Cabo Delgado é como fontes de “Carta” interpretam a fraca fiscalização das actividades pesqueiras e ambientais naquele património natural do nosso país.
O PNQ é liderado por Albino Jacinto Nhusse, irmão do Presidente da República (PR), Filipe Jacinto Nyusi. [A diferença entre Nhusse e Nyusi deve-se, de acordo com uma explicação que nos foi dada, a um erro na altura em que o PR foi registado. O funcionário da conservatória escreveu Nyusi, em vez de Nhusse].
As alegações de corrupção no PNQ não são de hoje. Em 2016, Baldeu Chande, então administrador do PNQ, foi afastado por alegada corrupção. Em sua substituição, Celso Correia, ministro da Terra, Ambiente e Desenvolvimento Rural, nomeou Albino Jacinto Nhusse para administrador do PNQ. Mas, dizem as nossas fontes, o ambiente de desordem e mal-estar nas comunidades locais não foi alterado. A comunidade residente na área em redor do PNQ revelou que a administração do Parque tem enveredado por “chantagens” e cobranças de “luvas” a todos os que queiram dedicar-se à apanha de moluscos e outras espécies, ou praticar uma actividade pesqueira.
A administração do PNQ é igualmente acusada de não cooperar com outros sectores intervenientes na gestão das pescas. Logo que assumiu a liderança do PNQ, Albino Nhusse promoveu Naungi Ntave, um guarda-florestal que semanalmente vendia, juntamente com Baldeu Chande, 1500 toneladas de caranguejo confiscado. A pretexto de fiscalização, a gestão de Chande confiscava produtos marinhos às populações, vendendo-os para chineses nas próprias instalações do PNQ.
Agora, com Nhusse, o sistema de venda ilegal de produtos marinhos tornou-se mais sofisticado. Já não são as capturas feitas pela população. Agora são capturas ilegais feitas por pescadores não nativos (idos de Nacala e vindos da Tanzânia). Eles operam na calada da noite, em santuários informais, sob o alegado apadrinhamento de Nhusse. Albino Nhusse nega as alegações de corrupção que sobre ele pesam, reconhecendo, no entanto, a existência de fragilidades na fiscalização. São essas fragilidades que supostamente facilitam a pesca ilegal e outros crimes dentro do PNQ.
Nhusse justifica tal cenário com a falta de pessoal e meios para a sua equipa realizar uma fiscalização eficaz no PNQ. As nossas fontes rejeitam esse argumento, alegando que a “fraca fiscalização” é instrumental para a prática de negócios com chineses e outros pescadores ilegais. Para além da questão marinha, no PNQ destaca-se o negócio de café e produtos para fabrico do cimento.
Omardine Omar
CARTA – 12.03.2019
Posted on 12/03/2019 at 12:55 in Ambiente - Ecologia - Calamidades, Economia - Transportes - Obras Públicas - Comunicações, Turismo - Parques Caça - Aviação | Permalink | Comments (0)
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No âmbito do quarto Contrato de Redução da Dívida e de Desenvolvimento (C2D) assinado entre os Governos de Moçambique e da França a 20 de Julho de 2015, o Ministro da Terra, Ambiente e Desenvolvimento Rural, Senhor Celso Correia, juntamente com o Embaixador da França em Moçambique, Bruno Clerc e a Directora Regional da Agência Francesa de Desenvolvimento (AFD) em Joanesburgo, Marta Stein-Sochas irão presidir,nesta quinta-feira, em Maputo, o lançamento do Projecto de apoio às áreas de conservação e preservação dos elefantes em Moçambique.
Trata-se de um donativo de seis milhões de euros concedido a Moçambique para fortalecer a gestão de áreas protegidas e a protecção da vida selvagem, especialmente dos elefantes.
Assim sendo, com esta doação, o apoio financeiro da França desde 2005 aos esforços de Moçambique na consolidação das suas áreas de conservação passa para 31,5 milhões de euros.
O presente projecto de apoio às áreas de conservação e preservação dos elefantes em Moçambique, com uma duração de quatro anos, irá contribuir para melhorar a eficácia dos serviços de vigilância no Parque Nacional do Limpopo e na Reserva Nacional de Niassa que se encontram entre as áreas mais afectadas.
DIÁRIO DO PAÍS – 09.03.2017
NOTA: Alguém sabe como vai este projecto?
Posted on 11/03/2019 at 17:08 in Ambiente - Ecologia - Calamidades, Cooperação - ONGs, Europa - União Europeia, Turismo - Parques Caça - Aviação | Permalink | Comments (0)
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Um grupo de ecologistas da universidade norte-americana de Princeton publicou um estudo científico feito em Moçambique para provar que é possível restaurar ecossistemas reintroduzindo carnívoros desaparecidos, como o leopardo, lê-se no resumo do trabalho.
“A equipa encontrou provas de que a reintrodução de carnívoros importantes num ecossistema de grandes mamíferos pode reverter os danos causados pela sua remoção”, refere-se no documento publicado pela universidade e hoje consultado pela Lusa.
O grupo realizou a pesquisa no Parque Nacional da Gorongosa (PNG), de onde desapareceram animais como o leopardo devido à guerra civil, na década de 1980.
Segundo observaram, isso fez com que alguns antílopes - que eram presas do leopardo - passassem a aventurar-se em zonas mais abertas e a comer espécies diferentes de plantas, mais nutritivas, alterando o equilíbrio que antes existia entre fauna e flora.
Através de gravações e de resíduos orgânicos espalhados pela zona, os investigadores de Princeton simularam o regresso do leopardo e concluíram que os antílopes e o resto do ambiente reagem, restaurando-se o ecossistema original.
"Os grandes carnívoros desempenham um papel crítico e desproporcional nos respectivos ecossistemas e as populações estão a diminuir em todo o mundo", disse Justine Atkins, estudante de pós-graduação em ecologia e biologia evolutiva de Princeton, membro da equipa.
O estudo permite "ter esperanças em muitos desses ecossistemas", por ficar provada a capacidade de os restaurar, acrescentou.
O estudo serve de apoio ao trabalho que está a ser feito no Parque da Gorongosa na reintrodução de carnívoros.
A primeira espécie a regressar ao meio foram os cães selvagens africanos, em meados de 2018, e o balanço é positivo, consideram.
Posted on 08/03/2019 at 17:19 in Ambiente - Ecologia - Calamidades, Letras e artes - Cultura e Ciência, Turismo - Parques Caça - Aviação | Permalink | Comments (0)
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Portugal vai apoiar Moçambique na formação de quadros na área de turismo para gestão do património da Ilha de Moçambique, disse hoje à Lusa, em Maputo, a secretária de Estado do Turismo, Ana Mendes Godinho.
"Trata-se de uma parceria que será desenvolvida com um instituto de formação na ilha de Moçambique, como forma de contribuir para o aproveitamento do valor histórico e turístico local", disse Ana Mendes Godinho, no segundo dia de uma visita de trabalho a Moçambique.
O acordo para o arranque da formação vai ser assinado no próximo mês em Portugal, no âmbito da edição de 2019 da Bolsa de Turismo de Lisboa (BTL), que decorre entre 13 e 17 de Março.
A formação, que se espera que arranque em julho, vai abranger numa primeira fase professores na ilha de Moçambique e, numa segunda fase, estudantes, que vão ser instruídos em matérias ligadas à importância do uso de métodos tecnológicos na divulgação do potencial turístico da ilha.
"A ilha de Moçambique tem um valor histórico e pode ser um exemplo de como o turismo pode ajudar no desenvolvimento local", acrescentou a secretária de Estado do Turismo de Portugal, que visitou a ilha na Terça-feira.
Para Ana Mendes Godinho, a qualificação dos recursos humanos na área do turismo é um dos principais desafios para todos os países lusófonos, além da acessibilidade aérea e a sustentabilidade do sector.
Posted on 27/02/2019 at 18:34 in Ilha de Moçambique, Portugal, Turismo - Parques Caça - Aviação | Permalink | Comments (0)
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Botswana tem um problema de caça ilegal de elefantes. Os números superam anos anteriores de acordo com uma nova pesquisa. A pesquisa foi realizada entre julho e outubro 2018 pelo grupo de conservação Elefantes Sem Fronteiras, em colaboração com Botswana do Departamento de Vida Selvagem e Parques Nacionais. A pesquisa relataram um total de 1677 carcaças observadas na área de pesquisa ...
Leia aqui https://qz.com/africa/1560459/elephant-ivory-poaching-is-on-rise-in-botswana-southern-africa/
Posted on 27/02/2019 at 13:23 in Ambiente - Ecologia - Calamidades, Turismo - Parques Caça - Aviação, África - SADC | Permalink | Comments (0)
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O Parque Nacional da Gorongosa anunciou hoje que assinou um acordo de colaboração plurianual com a Universidade de Oxford para uma iniciativa denominada “Projecto Paleo-Primata”. O Projecto Paleo-Primata é liderado pela Dra. Susana Carvalho - Professora Associada de Paleoantropologia, na Escola de Antropologia e Etnografia de Museus, onde coordena os Modelos de Primatas para o Laboratório de Evolução Comportamental, no Instituto de Antropologia Cognitiva e Evolutiva.
A pesquisa paleoantropológica e primatológica no Parque Nacional da Gorongosa envolve uma escola de campo e formação para estudantes de licenciatura e pós- licenciatura em Moçambique e Oxford
A Dra. Carvalho está a liderar uma equipa interdisciplinar internacional de cientistas de renome das áreas da geologia, espeleologia, paleontologia, paleobotânica, arqueologia, primatologia, genética e biologia da conservação. O grupo de investigadores representa instituições de sete países (Moçambique, Reino Unido, Portugal, Alemanha, EUA, África do Sul e Chile) *. Nas suas investigações preliminares, já descobriram os primeiros fósseis de mamíferos do Mioceno do Vale do Rift de Moçambique, dentro do Parque Nacional da Gorongosa
A Dra. Carvalho explica que eles identificaram vários sítios fósseis promissores no Parque da Gorongosa e iniciaram o que poderá ser um esforço de exploração e pesquisa de várias décadas que poderá produzir novas ideias sobre quando e como os nossos primeiros antepassados humanos evoluíram em África. A equipa também está a concentrar-se na ecologia moderna única do parque para desenvolver uma melhor compreensão dos ambientes onde os primeiros seres humanos evoluíram. Outro ramo poderoso deste projecto multidisciplinar único é o foco no estudo de primatas modernos, e as suas adaptações comportamentais à ecologia da Gorongosa, para modelar como, no passado, os nossos ancestrais humanos podem ter conseguido viver em habitats semelhantes. A Universidade de Oxford actualmente tem seis estudantes de doutorado e um pós-doutorando - em prestigiadas bolsas de estudo e investigação, incluindo Clarendon Fund da Universidade de Oxford, ESRC, AHRC e Leverhulme Trust - realizando os primeiros projectos primatológicos com os macacos-cães e macacos-de-cara-preta da Gorongosa (para ver mais sobre os projectos dos alunos: https://primobevolab.web.ox.ac.uk/home).
Posted on 26/02/2019 at 13:23 in Letras e artes - Cultura e Ciência, Turismo - Parques Caça - Aviação | Permalink | Comments (0)
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O Tribunal Judicial da Cidade de Lichinga, no Niassa, condenou, na passada sexta-feira (15), quatro membros do Serviço Nacional de Investigação Nacional (SERNIC) a penas de dois anos de prisão cada, mas convertidas em multa, por roubo de 20 pontas de marfim, em 2016.
Os dentes de paquidermes em causa estavam guardados num armazém do SERNIC em Lichinga, mas mais tarde foram apreendidas em Camboja, no sul da península da Indochina, sudeste Asiático.
Os implicados foram julgados no âmbito de um processo-querela, indiciados de crime de “furto de objectos depositados”, previsto e punido nos termos do “artigo 273, no número quatro do Código Penal”, segundo o juiz da causa, Laster Manhamanha.
O magistrado explicou que a moldura penal imposta aos co-réus, permite que eles gozem de medidas de “penas alterativas à prisão”, substituindo o castigo por multa “no valor de 5% do salário mínimo nacional, em vigor na Função Pública, equivalente a 212 meticais” diários.
As autoridades judiciais em Maputo nunca mais se pronunciaram sobre o andamento dos processos-crime abertos contra as 11 pessoas detidas em 2015, por envolvimento no desparecimentos em circunstâncias não esclarecidas de 65 pontas de marfim (com peso estimado em 124 quilogramas) que estavam guardados num local considerado seguro.
Posted on 20/02/2019 at 18:35 in Ambiente - Ecologia - Calamidades, Justiça - Polícia - Tribunais, Turismo - Parques Caça - Aviação | Permalink | Comments (0)
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O Governo de Filipe Nyusi injectou na falida Linhas Aéreas de Moçambique (LAM) 1,4 bilião de meticais para ajuda-la a reestruturar as dívidas correntes que o @Verdade revelou ascenderem a 10,7 biliões de meticais. É mais endividamento que eleva o stock da Dívida Pública Interna para 129 biliões de meticais, cerca de 30 por cento do Produto Interno Bruto (PIB).
O Relatório de Execução Orçamental do período de Janeiro a Dezembro do ano passado revela que o Executivo emitiu uma “Carta de Fiança no montante de 1.356,7 milhões de Meticais a favor das Linhas Aéreas de Moçambique para efeitos de reestruturação de dívidas”.
Em falência técnica desde 2015 a companhia aérea de bandeira nacional está em aparente reestruturação desde Julho de 2018 quando o Conselho de Administração dirigido por António Pinto foi demitido e substituído por um direcção-geral encabeçada por João Carlos Pó Jorge.
O engenheiro Pó, como é tratado, encontrou uma LAM que não conseguia voar devidos aos anos de má gestão e delapidação que acumularam, no fecho do exercício económico de 2017, dívidas correntes com fornecedores, nacionais e estrangeiros, de 6.326.771.933 meticais e outros 1.808.010.084 com bancos. As dívidas de longo prazo totalizavam 5,4 biliões de meticais o que somado a outros passivos financeiros cifravam o passivo da empresa em 16 biliões de meticais.
Posted on 19/02/2019 at 11:40 in Economia - Transportes - Obras Públicas - Comunicações, Política - Partidos, Turismo - Parques Caça - Aviação | Permalink | Comments (0)
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Depois da madeira e fauna bravia chineses destroem ecossistemas marinhos de Moçambique!
Viva malta! Hoje vive um pesadelo que julgava que nunca fosse acontecer.
Estou hospedado em casa de um amigo na ilha da Inhaca, com um pessoal nórdico amantes da caça-submarina e do mergulho livre ( apnéia), de alguns dias para cá as sessões não tem sido muito gloriosas, pois ventos, vagas e ondas grandes, combinado à uma visibilidade leitosa (não limpa) e por vezes tubarões, porém nada justifica a estes "vikings" da Dinamarca cancelar a expedição.
Está manhã, acordamos com chuva, céu muito nublado cinzento e seguimos ao Poço, ponto ou marca de mergulho combinado no jantar do dia anterior para iniciar a terceira jornada/aventura, quando lá chegamos via-se ao longe ( muito fosco) barcos ou embarcações de pesca industrial, os tais polêmicos vindos do Oriente, sim, Oriente para não mencionar o nome da nação que tanta boa gente tem que nada têm haver com este assunto. Contei de forma rápida pelo menos 4 embarcações, todavia, quando o sol abriu um pouco mais e deixou ver melhor ao longe, o número subiu para 17 barcos a aproximadamente duas milhas de nós, que a chuva não deixava antes ver, todos estacionarios ou ancorados, bem, entramos para o mar à dentro, felizmente ou finalmente a água estava com tom azul escuro, muito limpa, cristalina, como geralmente temos chamado, mas para o nosso espanto nem sequer um tubarão foi visto por nós, facto muito raro no Poço!
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Posted on 18/02/2019 at 18:43 in Ambiente - Ecologia - Calamidades, Economia - Transportes - Obras Públicas - Comunicações, Macau - China, Turismo - Parques Caça - Aviação | Permalink | Comments (0)
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